Adidas lidera na Copa do Mundo de 2026: Nike e Puma perseguem, retorno da Umbro e Reebok

Umbro e Reebok voltaram.

No campeonato mundial, não competem apenas as seleções, mas também os fornecedores de equipamentos. O torneio que se aproxima será rico em diversidade de marcas: nos uniformes, veremos nada menos que 13 fabricantes – afinal, agora são 48 equipes. Esta é uma nova edição da série sobre moda e estilo das copas do mundo. É possível encontrar roupas e calçados das mesmas marcas das seleções no aplicativo e nas lojas da Lamoda Sport, onde há tudo para o esporte e um estilo de vida ativo.

Por tradição, o trio de líderes domina, tendo conquistado todas as principais equipes. A adidas lidera com 14 seleções (mesmo sem a Itália), mas a Nike (12) e a Puma (11) estão bem próximas. No Catar-2022, a distribuição não foi tão equilibrada: a Nike vestiu 13 equipes, o mesmo que a adidas (7) e a Puma (6) juntas.
Quatro anos depois, os americanos têm até uma seleção a menos, embora a Copa do Mundo tenha sido expandida para 16 participantes. Há alguns anos, a Nike demonstrou menos interesse em patrocínios no futebol masculino, então o resultado é natural. No entanto, a marca manteve praticamente o mesmo portfólio de equipes de elite. Com exceção de Portugal, que migrou para a Puma.

Para o fabricante alemão, os portugueses se tornaram o representante mais estrelado. Quase metade das equipes da Puma vem da África, onde a empresa historicamente tem mais sucesso. Já a Nike não tem nenhuma equipe africana: geralmente lançava produtos de sucesso com a Nigéria, mas desta vez o país não se classificou para a Copa do Mundo.
Destacamos as principais tendências dos três últimos torneios.

A Adidas recuperou a liderança que tinha em 2018.
A participação da Nike caiu para um quarto – o ponto mais baixo neste período.
A Puma está gradualmente se aproximando – 12,5%, 19% e agora 23%. Quem realmente se beneficiou do aumento das cotas não europeias: Nova Zelândia, Paraguai e cinco representantes da África.
A participação das outras empresas cresceu para 23%. Agora temos 10 marcas além do trio principal. Em 2022, eram seis, e em 2018, cinco.
Vamos analisar as principais mudanças neste mercado:
● O retorno triunfal da Kelme: nas duas Copas do Mundo anteriores, a marca espanhola não vestiu ninguém, e agora veste tanto a Jordânia quanto a Bósnia (e até Herzegovina).

● Outras nove marcas vestirão exclusivamente uma equipe cada. Destaque para o retorno das lendárias Umbro (RD Congo) e Reebok (Panamá). A Umbro não aparecia em uma Copa do Mundo desde 2018, enquanto a Reebok estava ausente desde 1998. Recentemente, essa empresa americana de origem inglesa tem se reaproximado do futebol com mais intensidade.

● A Tunísia usa a italiana Kappa, o Equador usa a Marathon, e o Irã usa a local Majid. Nenhuma mudança desde 2022. No entanto, a Copa do Mundo não contará com a Hummel e a New Balance, que estavam no Catar. A primeira não estará presente devido à não classificação da Dinamarca. Já a New Balance era usada pela Costa Rica, que agora veste adidas e nem se classificou para esta edição da Copa.
Por outro lado, o Iraque vem com a alemã Jako, Cabo Verde com a marca americana de 15 anos Capelli Sport, e o Haiti com a colombiana Saeta. A própria Colômbia optou pela adidas.
● Os uniformes do Uzbequistão foram fabricados pela marca local 7SABER. A história da marca começou em 2019, e em 2021, a empresa de Dubai Berkeley Square Investments a relançou com investimentos mais significativos. A condição era abrir uma produção no Uzbequistão, o que agradou aos investidores.

Desde então, a marca tem equipado a seleção uzbeque em Olimpíadas e Jogos Asiáticos, e no futebol, quatro equipes da Super Liga, incluindo o “Bunyodkor” e o clube mais antigo do país, o “Kokand 1912”, usam uniformes da 7SABER.
A representação na Copa do Mundo é, claro, o maior sucesso na história da empresa. Agora ela está no principal palco do futebol ao lado de Adidas, Nike e Puma.
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