McLain Celebrini está disposto a reduzir seu contrato com o San Jose em prol de vitórias

O atacante do San Jose, McClini Celebrini, falou sobre a situação de seu novo contrato.
O atacante de 20 anos teve o direito de assinar um novo acordo com os Sharks em 1º de julho deste ano. Ele ainda tem uma última temporada restante em seu contrato de novato.
– Você conversou com outros jogadores sobre a história do contrato de Leo Carlsson?
– Sim, falei com alguns caras. Acho que, no início, todos ficaram um pouco surpresos, porque 18 milhões de dólares por ano não é um valor comum na NHL. É muito dinheiro, mas ele é um jogador incrível. Ele recebeu isso porque mereceu.
Acho que esses valores se tornarão a nova norma na NHL, considerando o aumento do teto salarial. Para ele, é um bom contrato, mas também é bom para todos os outros. Isso significa que os salários na liga estão aumentando. A estabilidade financeira é muito importante.
– Imediatamente, todos começam a especular sobre os novos contratos de outros jogadores, como Connor Bedard e o seu, por exemplo. Você mencionou recentemente que não há novidades nas negociações. Ainda assim, você quer concluir o processo o mais rápido possível ou está disposto a esperar?
– Acho que tudo depende do que for benéfico para ambas as partes. Ainda há um ano pela frente, não há pressa. Vamos ver como as coisas se desenrolam.
– Na seleção canadense, você estava sob a tutela de Sidney Crosby e Nathan MacKinnon. Esses jogadores aceitaram reduzir seus salários para ajudar suas equipes a se encaixarem no teto salarial. Talvez fosse uma época diferente, com um teto muito mais baixo, mas essa era a filosofia deles. Isso influencia sua posição?
– Sim, 100%. Jogamos porque queremos vencer. Claro, todos os caras querem ganhar bem – e isso é certo, precisamos ganhar a vida. Há jogadores que merecem grandes quantias e as recebem. Mas, claro, queremos criar as melhores condições para a equipe, para que ela tenha a oportunidade de tomar as ações necessárias para vencer. Tudo isso influencia a tomada de decisão.
Ainda estou refletindo. E definitivamente há muito o que pensar, disse Celebrini.



