Futebol

Uniformes das seleções para a Copa do Mundo 2026: fotos, todos os kits apresentados das equipes do campeonato mundial de futebol

Dos tops aos nanicos.

Todos os 48 países apresentaram seus uniformes para a Copa do Mundo.

Por tradição, o trio de gigantes domina: 14 equipes com a adidas, 12 com a Nike e 11 com a Puma. Duas seleções serão vestidas pela Kelme (Bósnia e Jordânia). E outras nove equipes terão uniformes exclusivos, incluindo a presença da Reebok (Panamá), Umbro (RD Congo) e Kappa (Tunísia) no torneio.

Argentina: arte na camisa

A versão caseira dos atuais campeões é uma clássica combinação de branco e azul, mas com detalhes notáveis. As largas faixas em três tons de azul lembram as conquistas das Copas do Mundo de 1978, 1986 e 2022. Os emblemas são dourados, e no colarinho está gravado “1893” – o ano de fundação da Associação de Futebol da Argentina.

O uniforme visitante faz referência ao fileteado porteño – um estilo tradicional de pintura decorativa que surgiu em Buenos Aires no final do século XIX. Suas características incluem cores vibrantes, padrões simétricos, ornamentos vegetais com flores (especialmente rosas) e inscrições caligráficas. Em 2015, o fileteado foi incluído na lista do Patrimônio Cultural Imaterial da UNESCO.

Além disso, a Adidas trouxe de volta o icônico trevo antigo para todos os uniformes visitantes.

França: Estátua da Liberdade em verde-menta

Os conjuntos são inspirados na Estátua da Liberdade – um símbolo da amizade entre a França e os EUA. A camisa visitante, em particular, lembra a paleta da escultura: ela é em tom verde-menta, e os logotipos com efeito cobreado – exatamente como a tocha.

Pela primeira vez desde 2013, o segundo uniforme da França não é branco. Naquela ocasião, jogaram de azul, e depois disso não se afastaram do branco.

Portugal: mar-mar

Ambos os conjuntos são inspirados nas ondas. Elas simbolizam o mar como um elemento definidor da cultura e identidade portuguesa. Representam o espírito destemido dos portugueses em geral e, especificamente, dos exploradores portugueses que moldaram a história da nação.

No lado interno da gola, há uma bússola, uma continuação do tema marítimo.

Alemanha: despedida da adidas

Em dezembro, a seleção da Alemanha passará a usar Nike após 70 anos com a adidas. Para marcar a despedida, a marca alemã relembrou seu glorioso passado: reinterpreting uma clássica lenda dos anos 1990 com um padrão nas cores da bandeira de ombro a ombro.

A camisa visitante lembra a argentina pelas cores, mas os alemães não veem dessa forma: “As listras diagonais são inspiradas em elementos clássicos do design das primeiras caixas de sapato da adidas. O azul profundo remete às históricas camisas de treino usadas pela seleção da Alemanha”.

Inglaterra: a estrela da vitória na Copa do Mundo está de volta

O uniforme principal é uma clássica camisa branca com um padrão quase imperceptível, enquanto o uniforme reserva é vermelho com detalhes em azul escuro. Desta vez, a Nike não arriscou muito: o escândalo do Euro 2024, quando a conservadora Inglaterra não aprovou a mudança da cruz de São Jorge para o roxo pelos americanos, foi suficiente. No entanto, a Nike incorporou símbolos britânicos, adicionando ao colarinho as palavras do hino: “Felicidade e Glória”.

Entre os principais destaques do design, está o retorno da estrela acima do escudo, em homenagem à vitória na Copa do Mundo de 1966. Ela não estava presente na última edição do torneio.

Na segunda camisa, todos os logotipos foram centralizados.

Espanha: elementos de livros e manuscritos

O conjunto principal é sóbrio, com finas listras verticais amarelas sobre um fundo vermelho, uma alusão à bandeira e ao brasão da Espanha.

O segundo uniforme é mais interessante, inspirado na tradição literária espanhola: “A camisa tem uma base creme e branca, lembrando a cor das páginas, decorada com um padrão em tom de pirita, inspirado em ilustrações e elementos gráficos de livros clássicos e manuscritos. As mangas e a gola são complementadas com detalhes em dourado e bordô, e na parte de trás da gola está a palavra ESPAÑA, com o característico Ñ, simbolizando a língua espanhola e seu legado cultural”.

Brasil: inspirado em uma rã muuuito venenosa

O conjunto principal faz referência à icônica camisa da vitoriosa Copa do Mundo de 1970.

Mas o que mais se destaca é o uniforme visitante, inspirado nas cores e padrões dos predadores mais rápidos e temidos do Brasil. O design lembra a coloração dos sapos-de-árvore – pequenas e altamente venenosas rãs que habitam a América do Sul.

Outra mudança significativa: neste uniforme, o logotipo da Jordan – marca subsidiária da Nike, onde o conjunto foi preparado. Em vez do tradicional “swoosh” no conjunto visitante, os jogadores terão a imagem cult do “dunk” de Michael Jordan.

Bélgica: o surrealismo de René Magritte

O tricolor belga é representado na gola e nas mangas, enquanto na própria camisa se repete o padrão do tridente e das chamas. Uma referência aos apelidos “Diabos Vermelhos” e “Chama Vermelha”. Também é retratado o icônico Manneken Pis, com presas, cauda de diabo, um tridente na mão e chamas no lugar do cabelo.

O segundo uniforme faz alusão às obras do artista René Magritte e ao surrealismo belga.

“O design inclui elementos do logotipo da associação belga de futebol e símbolos do futebol, como a bola e as linhas do campo. Como uma sutil referência à famosa obra de Magritte, ‘A Traição das Imagens’, com a inscrição ‘Ceci n’est pas une pipe’ – na gola da camisa está escrito: ‘Isto não é uma camisa’, explica a federação belga.

Croácia: despedida da Nike em grande estilo

Uniforme com referência ao histórico confronto de 1990 contra os EUA: a Croácia ainda fazia parte da Iugoslávia na época, mas essa partida marcou a estreia da equipe como seleção independente.

Este é o último conjunto da Nike para os croatas – a partir do verão, eles passam a ter parceria com a adidas. Em termos de cores e estilo, nada de surpreendente: as clássicas quadriculadas estão presentes.

Coreia do Sul: estampa de tigre

Os modelos coreanos são inspirados na emboscada do tigre – símbolo de surpresa, precisão e força. O tigre é um dos símbolos da Coreia do Sul. Por isso, na camisa titular é possível ver a pelagem do animal e paisagens montanhosas do país.

O uniforme visitante também chama atenção: o roxo reflete a dinamismo da Coreia.

Japão: o mar encontra o céu no horizonte

Os japoneses, como sempre, com estilo e significado. O elemento principal do uniforme titular são as linhas curvas, que refletem o céu e o mar no horizonte japonês. A ideia simboliza a ambiciosa busca da equipe em superar conquistas passadas e alcançar novos patamares. Na parte de trás do colarinho, a imagem é completada por uma bandeira minimalista do Japão.

No uniforme visitante, 12 cores diferentes simbolizam a unidade e a conexão dos japoneses dentro e fora de campo. O fundo bege com 11 linhas verticais suaves ao longo da camisa representa cada um dos 11 jogadores em campo. E a ousada faixa central na cor do sol vermelho da bandeira nacional é o coração da equipe, ou seja, seus torcedores.

Uruguai: referência à “Pantera Negra”

O design do uniforme principal retorna às origens com o clássico azul celeste. Já o uniforme visitante é bastante ousado: base azul escura com padrões elétricos vibrantes no estilo do traje do super-herói “Pantera Negra” dos quadrinhos da Marvel.

México: retorno ao icônico modelo de 1998

Para o torneio em casa, o México não apenas trouxe de volta a cor verde, da qual periodicamente abre mão por algum motivo, mas também se inspirou no design mexicano mais ousado e memorável, que em 1998 surpreendeu no Mundial com a pouco conhecida marca ABA Sport. A Adidas também adotou uma estampa asteca vibrante como base. Nas costas, abaixo da gola, está escrito: “Nós somos o México”.

A segunda camisa também é inspirada na história do país: em tom cinza com um padrão “grego”, frequentemente encontrado na arquitetura e na arte. O motivo repetido traz uma estampa que remete às fachadas em degraus dos edifícios mexicanos tradicionais.

A Adidas, em colaboração com a marca mexicana Someone Somewhere, preparou ainda um terceiro uniforme. É uma camisa predominantemente preta, com representações gráficas das letras “M” e “X” em estilo asteca, criadas por artesãos rurais.

EUA: conjuntos estrela-e-listra

Inspiraram-se na ideia da Copa do Mundo de 1994 – o torneio anterior em casa. Na época, o uniforme principal também tinha listras, e o visitante, estrelas. Em 2026, a Nike repensou a ideia, apresentando uma nova visão da bandeira americana.

Colômbia: oceano, mar e Gabriel García Márquez

Fundo amarelo vibrante com detalhes em azul e vermelho – um reflexo da bandeira colombiana. Na camisa, o padrão de borboletas – um dos símbolos mais conhecidos na obra do escritor Gabriel García Márquez. Ele simboliza esperança, mudanças e amor.

A segunda camisa reflete a única biodiversidade da Colômbia: o design combina a paleta das duas costas – tons escuros de azul do Oceano Pacífico misturam-se com os tons claros do Mar do Caribe. Eles são dispostos em um padrão xadrez de linhas verticais. Tudo isso é realçado por uma borda amarela vibrante.

Noruega: cruz e uniforme totalmente preto

Os noruegueses retornam à Copa do Mundo com estilo. O uniforme principal tem a base vermelha tradicional, com uma cruz azul-escura vibrante e um padrão nórdico, remetendo ao conjunto de 1997. O uniforme visitante é totalmente preto – minimalismo escandinavo.

Paraguai: listras incomuns

A camisa titular é uma releitura das tradicionais listras vermelhas e brancas em uma execução original. Um efeito de poeira quase imperceptível remete à tierra colorada (“terra vermelha”), uma metáfora para os campos de terra do Paraguai, onde os heróis locais se apaixonaram pelo futebol pela primeira vez.

O uniforme visitante combina tons de preto e azul para formar um padrão de camuflagem sombreado. Os logotipos brancos tonais são um toque agradável.

Argélia: dunas de areia do Saara

Voltaram à bandeira no lugar do emblema da federação – a última vez que fizeram isso foi na qualificação para a Copa do Mundo de 2018.

O uniforme principal tem uma base creme com finos padrões tradicionais em tom dourado e detalhes em vermelho e verde. O design é inspirado nas dunas de areia e nas rochas desérticas do Saara.

O uniforme reserva apresenta listras verdes verticais sobre um fundo esmeralda intenso. Esta é a paleta de cores tradicional do país. A inspiração veio das cores dos exuberantes oásis da Argélia. No colarinho, o nome do país em árabe.

Canadá: folha de bordo

Na Copa do Mundo anterior, o Canadá se classificou de forma tão inesperada que apenas um de todos os participantes jogou com o uniforme antigo. Os jogadores não gostaram disso e até protestaram contra a Nike. Desta vez, o fornecedor de material esportivo se preparou, afinal, os canadenses são um dos anfitriões.

O uniforme principal é predominantemente vermelho, com um padrão de folha de bordo, além de detalhes brancos e pretos, destacando as cores tradicionais. O uniforme visitante tem uma base preta com um padrão gráfico caótico de uma folha de bordo estilizada.

Áustria: decoração de palácios rurais

Camisa principal na cor vermelha tradicional com detalhes pretos. O efeito marmorizado verde-menta do uniforme visitante é adornado com elegantes faixas douradas, inspiradas na decoração de palácios rurais.

Catar: design dentado da bandeira

O elemento principal da camisa bordô é um padrão em zigue-zague, inspirado na bandeira do Catar. Durante a Copa do Mundo de 2022 em casa, esse estampado foi destaque nas mangas, e agora foi movido para o centro.

No uniforme visitante, há um desenho ondulado, inspirado nos desertos de areia. O padrão celebra a geometria e as formas da paisagem. Na parte de trás da gola, o nome do país está gravado em árabe.

Holanda: faixa laranja no peito

Camisa principal – minimalismo em laranja vibrante com detalhes em preto. No emblema – efeito iridescente.

A segunda camisa se destaca por uma faixa horizontal no peito em um gradiente vibrante de tons de laranja.

Suíça: estações alpinas

Vermelha – bastante familiar. Já a camisa de visitante é inspirada nas estações ferroviárias alpinas e até mesmo, como escreve a Puma, nos novos passaportes suíços.

Arábia Saudita: ouro real

Nos últimos anos, as camisas clássicas da Arábia Saudita têm se tornado cada vez mais elaboradas. Desta vez, à base verde tradicional foram adicionados padrões e detalhes em roxo.

Na segunda camisa, há um padrão de trama que é frequentemente encontrado em várias peças de vestuário tradicionais. Os acabamentos são em ouro real, e a gola e o número são discretamente destacados em verde intenso. Nas costas, está o emblema da Arábia Saudita, que retrata uma tamareira e duas espadas cruzadas.

Austrália: design gradiente

A camisa titular é a clássica combinação amarelo e verde. Já a camisa visitante apresenta um design não tradicional com um gradiente de duas cores, que vai de um tom coral-rosado na parte superior para um tom turquesa escuro na parte inferior.

Nova Zelândia: simbolismo maori

O design está ligado à paisagem natural e às raízes culturais do país: inspirado em Hau – uma palavra do povo indígena Maori que significa “vento”.

O padrão remete justamente aos ventos. O emblema é o conhecido trevo prateado, um dos símbolos nacionais mais reconhecidos do país.

África do Sul: lembrança da Copa do Mundo de 2010

Ambos os conjuntos são feitos nas cores amarelo e verde, que estão associadas ao país. O uniforme principal foi inspirado na camisa usada em casa pela África do Sul na Copa do Mundo de 2010. Desde o tempo das vuvuzelas nos estádios, já se passaram 16 anos. E, por sinal, o jogo de abertura contra o México será uma repetição exata.

Egito: lembraram das pirâmides

As antigas pirâmides são visíveis em ambas as camisas. A camisa principal é vermelha. A camisa reserva é branca, decorada com gráficos claros em cinza de formas triangulares pontiagudas.

Escócia: cardo e cruz de Santo André

No uniforme azul escuro, repete-se o padrão em forma de cruz de Santo André – uma releitura da bandeira da Escócia.

Os tons escarlates do uniforme visitante remetem a alguns conjuntos antigos da seleção. Aqui também há símbolos nacionais: na gola, o cardo, que simboliza a resistência e o caráter austero dos montanheses.

Senegal: ônibus coloridos

Camisa titular com base branca, mas estampa colorida – inspirada nos ônibus senegaleses decorados.

Camisa reserva reflete o tricolor nacional de verde, dourado e vermelho. Além de um padrão que remete à arte têxtil tradicional senegalesa.

Marrocos: padrões locais

À primeira vista, um design clássico para o uniforme principal, mas ele se destaca pelo padrão no colarinho e nas punhos.

O uniforme visitante, em tom areia, é ainda mais chamativo – inspirado nos intricados padrões dos azulejos, tapetes e tecidos marroquinos.

Gana: uma teia de mitologia

A camisa principal é decorada com um padrão geométrico: é assim que parece o tecido tradicional, uma referência a Anansi, o Aranha. Este é um personagem da mitologia e do folclore de vários povos da África Ocidental, e o nome é traduzido do idioma local como “aranha”.

A segunda camisa tem uma base amarelo-dourada com um padrão têxtil inspirado no famoso mercado de Makola em Acra.

Costa do Marfim: flora e fauna

A camisa titular é a clássica laranja, mas com um padrão. A camisa reserva é adornada com ilustrações em verde e laranja, inspiradas em elementos da flora e fauna local: palmeiras, flores de baobá e até mesmo trombas de elefante.

Curaçao: edifícios coloridos da capital

Curaçao recebia de Adidas uniformes padrão, mas a sensacional classificação para a Copa do Mundo elevou seu status. A marca, em um curto período, começou a criar para os ilhéus conjuntos com design individual. E o resultado ficou bonito.

O uniforme principal é inspirado nas ondas que cercam a ilha caribenha, com linhas arredondadas e onduladas nas mangas.

O uniforme visitante é dedicado à capital Willemstad e aos coloridos edifícios dos distritos de Punda e Otrobanda. Esses distritos, listados como Patrimônio Mundial da UNESCO, são conhecidos por suas fachadas vibrantes e ensolaradas, o que é refletido no design: uma base amarelo-pastel com listras rosa, turquesa e laranja vibrantes.

Suécia: retro no estilo dos anos 1970 e ABBA

O conjunto para jogos em casa é inspirado na moda dos anos 1970 e no estilo do grupo ABBA. O delicado padrão faz referência aos bordados florais que costumavam ser vistos em jeans e vestidos tradicionais do folclore sueco.

Os padrões ousados da camisa para jogos fora de casa também remetem aos anos 1970. A cor principal é o azul royal, com três tons diferentes. Na parte de trás da gola, o nome do país em sueco – Sverige.

Turquia: retorno ao vermelho

Pela primeira vez desde 2018, o uniforme principal da Turquia é vermelho, e não branco. O uniforme reserva lembra as camisas que, nos últimos anos, eram consideradas as principais: base branca com uma faixa peitoral vermelha.

“A coleção é definida por uma mudança clara de identidade: o uniforme principal passa do branco para o vermelho, reforçando o orgulho nacional com uma presença mais ousada e direta”, explica a Nike.

República Tcheca: cristal boêmio

Seria uma pena não ver essa linda camisa visitante na Copa do Mundo. Seu design lembra o famoso cristal tcheco e as ricas tradições da fabricação de vidro.

A camisa titular foi inspirada no icônico uniforme do Euro-1996, quando os tchecos, em seu torneio de estreia após a dissolução da Tchecoslováquia, fizeram muito barulho: chegaram à final, onde perderam para a Alemanha apenas devido à regra do gol de ouro.

Bósnia e Herzegovina: listras finas

A versão caseira é um azul intenso, enquanto a versão visitante é branca. O detalhe principal nos conjuntos da Kelme são as finas listras verticais nas cores amarelo e azul da bandeira da Bósnia.

Haiti: silhuetas da luta pela independência

A marca colombiana Saeta desenvolveu três uniformes – o principal (azul), o reserva (branco) e o terceiro (vermelho) – seguindo o mesmo padrão. As camisas apresentam o lema do país L’union fait la force (“A união faz a força”) e a palmeira-real.

Mas o principal elemento do design são os silhuetas dos heróis da luta pela independência do Haiti, inspirados na Batalha de Vertières. Esta foi a última batalha da Revolução Haitiana – uma revolta de escravos, após a qual a colônia francesa conquistou a independência.

Equador: três camisas com lema

A empresa Marathon preparou três conjuntos: o clássico amarelo – principal, e mais dois reservas com gola polo e cores agradáveis. Todas as camisas são unidas pelo lema “Sonhe, supere e faça história”.

Tunísia: águias cartaginesas

Kappa sempre distribui estilo – e os uniformes das seleções não são exceção. Ainda mais porque a Tunísia é o único representante da marca italiana na Copa do Mundo.

As três camisas são inspiradas nas águias cartaginesas – justamente o apelido da seleção tunisiana. A branca, para jogos em casa, é adornada com uma imagem quase imperceptível de uma pena nos ombros e mangas, enquanto as inserções vermelhas perto da gola da terceira camisa preta imitam as asas de uma águia.

Irã: o guepardo asiático

Na foto, a camisa titular, mas a visitante é exatamente igual, só que vermelha. O fornecedor local Majid trouxe de volta a estampa do guepardo asiático, que já havia sido usada pela seleção iraniana de 2019 a 2022. Na Copa do Mundo de 2022, o guepardo também esteve presente, mas em vez de sua imagem completa, foi aplicada uma estampa com as manchas do animal em ambos os uniformes.

Cabo Verde: mapa de voos entre as ilhas

Os estreantes do torneio são vestidos pela marca americana Capelli Sport. As camisas têm um design idêntico, com o elemento principal sendo triângulos que escondem o mapa do arquipélago. O padrão imita a trajetória de voos que conectam as diferentes ilhas do país.

Iraque: civilização suméria

Os uniformes para jogos em casa e fora de casa da Jako seguem o mesmo design – ambos são adornados com um padrão geométrico inspirado nos mosaicos de Uruk. Esta é uma das mais antigas e maiores cidades-estado da civilização suméria (IV milênio a.C.). Acredita-se que a escrita tenha surgido lá.

A terceira camisa tem uma base preta com detalhes nas cores da bandeira iraquiana.

Jordânia: lenço nacional e flor

A Kelme também lançou três conjuntos: o elemento principal do uniforme titular e do visitante são as mangas com losangos, inspiradas no keffiyeh, o tradicional lenço de cabeça masculino do Oriente Médio. Na Jordânia, o keffiyeh vermelho e branco é popular, por isso foi refletido na camisa.

O terceiro uniforme é decorado com um desenho gráfico inspirado no íris negro. Esta é a flor nacional da Jordânia.

RD Congo: estampa de leopardo

A Umbro apresentou três conjuntos ainda em dezembro – para a Copa da África. Na Copa do Mundo, os congoleses se classificaram através dos playoffs – e jogarão lá com as mesmas camisas de design marcante.

A camisa principal é feita em azul claro com um impressionante padrão de leopardo na frente. O uniforme away (branco) e o terceiro (vermelho) também receberam estampas ousadas. Em todas as camisas, a bandeira da RDC foi colocada ao centro.

Uzbequistão: patrimônio arquitetônico

O Uzbequistão surpreendeu mais pelo vídeo insano de IA do que pelo uniforme em si: nele, camisas e shorts ganham vida e correm pelas ruas de Tashkent.

Os conjuntos foram produzidos pela marca local 7SABER, que já vestiu a seleção nas Olimpíadas. O elemento principal de ambas as camisas é o padrão em mosaico, que remete à arquitetura histórica de Samarcanda e Bucara.

Panamá: o retorno da Reebok

A Reebok retorna à Copa do Mundo pela primeira vez desde 1998. Preparou três conjuntos estilosos e minimalistas para o Panamá. O uniforme principal (vermelho) e o terceiro (azul) têm o mesmo padrão, com gola polo e um padrão de águia quase imperceptível. O uniforme reserva (branco) é no estilo inglês, com logotipos centralizados.

Quais uniformes você gostou e quais não gostou?

Maria Vicente

Ela é uma renomada jornalista esportiva, formada pela Escola Superior… More »

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19 Comentários

    1. A que mais curti foi a de Gana com a teia, na minha opinião) e a verde do México está sensacional.

    1. O joggel é uma história local, mas a Nike parece estar se tornando a terceira escolha no futebol, perdendo espaço para a Adidas e a Puma

  1. A que mais curti foi a de Gana com a teia, na minha opinião) e a verde do México está sensacional.

  2. Se vão postar fotos dos uniformes, escolham imagens decentes de sites especializados como o Footy Headlines, onde dá para ver os padrões e detalhes completos, em vez de só pegar fotos de imprensa! O que dá para entender pelas fotos da Holanda ou do Uruguai?!

  3. O joggel é uma história local, mas a Nike parece estar se tornando a terceira escolha no futebol, perdendo espaço para a Adidas e a Puma

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