Primeiro gol da Copa do Mundo de 2026 foi marcado por colombiano do México! Ele está na companhia de Gazinskiy, Lahm, Bouba Diop, Tshabalala e Valencia – Copa do Mundo de 2026

Relembramos.
O primeiro gol da Copa do Mundo de 2026 foi marcado pelo colombiano da seleção mexicana (sim!) Julián Andrés Quiñones (joga na Arábia Saudita): o companheiro pressionou o defensor após passe do goleiro, a bola chegou a Quiñones, que se deslocou para o centro e furou o gol.

E quem marcou os primeiros gols nos torneios anteriores do nosso tempo?
Copa do Mundo de 1998 – César Sampaio

O Brasil jogou contra a Escócia e começou com tudo. Já no 4º minuto, o zagueiro César Sampaio completou o cruzamento de Bebeto em um escanteio. Na Copa do Mundo, Sampaio se tornou um dos líderes da equipe e disputou 6 das 7 partidas do torneio.
Copa do Mundo de 2002 – Papa Bouba Diop

Aquele torneio começou com uma grande surpresa: a França perdeu para os estreantes do Senegal. O único gol, com passe de El-Hadji Diouf, foi marcado pelo meio-campista Papa Bouba Diop – a equipe celebrou com danças ao redor da camisa perto da bandeira de escanteio. O senegalês escreveu seu nome na história de uma vez e se tornou o símbolo daquela festa para muitas, muitas pessoas em todo o planeta.
Copa do Mundo de 2006 – Philipp Lahm

Em 2006, o torneio foi aberto por Alemanha e Costa Rica. O jogo foi vibrante – 4:2, o mais produtivo jogo de abertura de toda a história da Copa do Mundo. O primeiro gol veio já aos 6 minutos – com um chute espetacular, marcado pelo ainda jovem Philipp Lahm. A futura lenda ainda não sabia que esse gol era apenas o início de sua grande história no futebol alemão.
Copa do Mundo de 2010 – Siphiwe Tshabalala

Uma das principais estrelas da história da seleção da África do Sul e seu líder mental naquele torneio. O rápido meio-campista com dreadlocks impressionantes conquistou o mundo ao marcar um lindo gol contra o goleiro de 1,72 metros, Oscar Pérez. As danças de celebração também foram marcantes.
Copa do Mundo de 2014 – Marcelo

Primeiro e único gol contra de abertura na história. Os croatas assumiram a liderança, mas o que aconteceu não abalou Marcelo – até o final da partida, tudo estava sob controle em seu flanco. O Brasil venceu, e na coletiva de imprensa pós-jogo, o brasileiro apareceu com um sorriso e vestindo a camisa de Luka Modrić.
Copa do Mundo 2018 – Yuri Gazinsky

Este gol você certamente se lembra bem. No 12º minuto, Gazinsky pegou um belo cruzamento de Aleksandr Golovin e, com uma cabeçada precisa, iniciou a goleada sobre a Arábia Saudita.
Copa do Mundo 2022 – Enner Valencia
O primeiro gol do equatoriano Enner Valencia contra o Catar foi anulado, mas ele não desistiu, marcou um gol válido e, ainda no primeiro tempo, completou um doblete.




Com esse Catar, ele ainda vai marcar mais alguns no segundo tempo.
Não precisa, senão os xeiques vão surtar e cancelar a Copa do Mundo, e os jogadores do Equador serão apedrejados.
O gol do Tshabalala foi realmente incrível. No geral, naquele torneio, ele foi o jogador mais destacado da África do Sul, tanto pela aparência quanto pelas habilidades futebolísticas.
E o Mphela, e o Khune?
Como alguém que revisitou a Copa do Mundo de 2010 neste verão, posso afirmar com responsabilidade que, embora a África do Sul fosse uma seleção forte, foi Tshabalala quem trouxe a criatividade: ele tentou driblar e chutar de longa distância. Os outros eram meros trabalhadores. Além disso, a defesa às vezes merecia críticas, pois em alguns momentos eles se lançavam ao ataque de forma desenfreada e acabavam sofrendo gols bobos.
E ele marcou o segundo gol também.
Parece que foi ontem que assisti Pap Bouba Diop jogar, e agora ele já não está mais aqui.
Muitos jogadores daquela Copa do Mundo já não estão mais vivos.
Não precisa, senão os xeiques vão surtar e cancelar a Copa do Mundo, e os jogadores do Equador serão apedrejados.
E o Mphela, e o Khune?
Criança, César Sampaio não era zagueiro, era volante.
Muitos jogadores daquela Copa do Mundo já não estão mais vivos.
Como alguém que revisitou a Copa do Mundo de 2010 neste verão, posso afirmar com responsabilidade que, embora a África do Sul fosse uma seleção forte, foi Tshabalala quem trouxe a criatividade: ele tentou driblar e chutar de longa distância. Os outros eram meros trabalhadores. Além disso, a defesa às vezes merecia críticas, pois em alguns momentos eles se lançavam ao ataque de forma desenfreada e acabavam sofrendo gols bobos.
Não sei o que tanto chama a atenção no gol dos sul-africanos, a comemoração foi legal, mas o gol em si é uma questão de gosto. Pra mim, o gol do Lahm é mais marcante.