IFAB indiretamente reconheceu o erro na expulsão de Embolo na partida da Copa do Mundo 2026 contra a Argentina

O Conselho Internacional de Futebol (IFAB), responsável por regular as regras do jogo de futebol, reconheceu indiretamente um erro na expulsão do atacante da seleção suíça Breel Embolo na partida das quartas de final da Copa do Mundo de 2026 contra a Argentina (1:3).
O árbitro principal do jogo, João Pinheiro, inicialmente mostrou um cartão amarelo a Leandro Paredes por uma falta em Embolo. No entanto, após revisar o lance, o juiz mudou de decisão, anulando o cartão para o argentino e mostrando um amarelo ao suíço por simulação. Este cartão foi o segundo de Embolo na partida.
Em um circular publicado pelo IFAB na segunda-feira, há uma explicação sobre as questões de intervenção do VAR em episódios com cartões amarelos.
“Um cartão amarelo, exceto o segundo amarelo, pode ser revisado apenas para a identificação do jogador que cometeu a falta. A própria falta não pode ser revisada ou alterada”, diz o documento.
Dessa forma, o VAR não tinha o direito de recomendar ao árbitro de campo que mudasse a classificação da infração. Portanto, Embolo não deveria ter sido expulso.





Infantino e Trump usaram as regras como quiseram nesta Copa do Mundo. Aqui, a interpretação dos árbitros favoreceu Leo e seus seguidores 🙂
Faz tempo que o Var funcionou bem, mas acaba sendo um erro julgar pelas regras ))) vocês têm prova em vídeo da infração, mas não podem usar, já vi isso em algum lugar, nos tribunais russos ))
Muito rápido eles esclareceram, não tão rápido quanto resolveram com Balogun, mas pelo menos assim. Parece que toda a equipe de arbitragem era amadora.
Sim, que mergulhem, e de forma tão descarada. Não tem problema.
O ponto é que, se ele merecia um cartão, os argentinos deveriam ter recebido 10 cartões em cada jogo. Isso vale para qualquer outra infração. Deveriam existir padrões iguais, e não: ‘Ah, são sul-americanos, é o estilo deles!’
No segundo jogo da Copa do Mundo entre EUA e Paraguai, o árbitro revogou um cartão amarelo e deu a outro jogador. Isso foi quase um mês antes do jogo Argentina-Suíça. Onde estava a IFAB durante todo esse tempo? Por que não explicaram aos árbitros que isso não era permitido?