Futebol

Ibrahimović: nos EUA, fãs são brandos; no PSG, jogaram facas em mim em Marselha

O ex-atacante da seleção da Suécia, Zlatan Ibrahimović, considera os torcedores americanos os mais brandos.

– Você disse que os torcedores americanos são brandos… O que quis dizer com isso?

– Lembro-me de quando joguei aqui pelo Los Angeles Galaxy. Quando perdíamos, eu saía do estádio e via os torcedores rindo, comendo tacos, esperando por você perto do carro [para fotos ou autógrafos]… Brandos. Na Europa, se você perde um jogo, os torcedores não esperam por você perto do carro, eles esperam por você em casa. E definitivamente não com tacos na mão. É uma coisa completamente diferente.

Lembro-me de quando estava no PSG, e fomos jogar fora de casa em Marselha, jogaram facas em nós no campo. Marcamos um gol, e normalmente, para celebrar, vamos até a bandeirinha de escanteio, que fica perto dos torcedores. E vi quando jogaram uma faca em nós. Disse aos meus companheiros de equipe que o próximo gol celebraríamos no centro do campo. Eu queria sair de lá vivo, nada mais de celebrações perto da bandeirinha de escanteio.

– Em qual país os torcedores são mais brandos?

– Na América, mas é por causa do formato da liga. Lá tem playoffs, então na temporada regular você pode ganhar ou perder, é normal. O importante é que, no final, você chegue aos playoffs. Na Europa é diferente, especialmente nas grandes ligas. Lá existe pressão. Acredite, quando você perde, em cinco minutos todo o estádio vai vaiar você, e você sente isso – disse Ibrahimović no programa Jimmy Kimmel Live.

Matias Pereira

João Silva é um renomado jornalista esportivo português, formado pela… More »

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9 Comentários

    1. É simplesmente uma cultura diferente de torcer e viver, as pessoas desfrutam do processo e pronto, perderam ou ganharam – para que se matar, e muito menos jogar facas nos outros, a vida não acaba aí

  1. Para que ele é necessário na diretoria do clube?
    Será que um retrato no lugar mais honroso não seria suficiente?

  2. É simplesmente uma cultura diferente de torcer e viver, as pessoas desfrutam do processo e pronto, perderam ou ganharam – para que se matar, e muito menos jogar facas nos outros, a vida não acaba aí

  3. Essa não é a América certa – ele deveria ir para a do Sul. Lá você tem facas, cadeiras e tudo o que você pode imaginar voando.

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