Grandes uniformes de seleções que sentimos falta – Lamoda Sport

O uniforme de futebol não é apenas uma roupa. É uma armadura, um passaporte e uma confissão. Lembramos com nostalgia não apenas de um uniforme, mas de verdadeiras obras de arte. Quando os designers não tinham medo de experimentar e os jogadores não pareciam todos iguais. Malhas, ornamentos, denim, runas astecas e simplesmente a pureza do tecido. Esse uniforme podia contar uma história. E mesmo que o time perdesse, ele era lembrado. Relembramos os melhores exemplos!
Esta é uma nova edição da série sobre moda e estilo das Copas do Mundo. Criar um visual inspirado no uniforme de futebol é possível no aplicativo e nas lojas da Lamoda Sport, onde há tudo para esportes e estilo de vida ativo.
📜 Anos 1950 – 1960
Brasil (Copa do Mundo de 1958)

O canarinho amarelo e azul abriu as asas pela primeira vez. Pelé tinha 17 anos, chorava de felicidade no ombro do goleiro, e sua camisa se tornou a primeira icônica da história. Os brasileiros não apenas conquistaram o troféu com ela, mas inventaram o próprio conceito de “futebol brasileiro”. Antes deles, todos apenas chutavam a bola. Depois deles, passaram a se divertir em campo.

Os brasileiros exploraram a imagem ao máximo, de modo que agora é um clássico eterno. Camisa amarela com acabamento esmeralda e calções azuis. O Brasil não pode ser confundido com ninguém. Na Copa do Mundo de 1970, Pelé e sua “seleção” conquistaram a terceira copa do mundo. Agora é um patente e código de vestimenta dos vencedores.
URSS (Euro-1960 e Copa do Mundo de 1966)


«URSS» em um vermelho infinito. Com letras grossas costuradas, shorts brancos, meiões com listra. Nenhum patrocinador, nenhum adidas. Produção própria. Final em Paris, vitória sobre a Iugoslávia por 2:1. Os jogadores da seleção usaram o uniforme vermelho também na Copa do Mundo na Inglaterra e pararam a um passo da final, perdendo para os alemães. É uma pena que nos monumentos não se possa refletir toda a cor das principais lendas do futebol.
Inglaterra (Copa do Mundo de 1966)

A cor vermelha esteve na final — e venceu essa final. Também uma camisa modesta, shorts brancos curtos. Nenhuma firula, nenhum padrão – apenas leões elaborados no escudo. Os ingleses usaram isso e levantaram a taça. Pela primeira e última vez. Desde então, preferem o branco e, talvez por isso, nunca mais conquistaram o título.
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🎨 Anos 1970
Holanda (Copa do Mundo de 1974)

Você já viu algum jogador de futebol pegar uma tesoura antes de uma partida e começar a cortar a própria camisa? Johan Cruyff sim. A Adidas colocou três listras no uniforme, mas ele tinha contrato com a Puma. No final, o grande holandês simplesmente cortou o excesso no vestiário. Assim, em 1974, nasceu o primeiro customização de futebol da história. Nenhuma coleção limitada. Apenas tesoura e princípios.
Argentina (Copa do Mundo de 1978 e Copa do Mundo de 1986)

Listras azul e branca são um clássico. Mas em 1978, os argentinos entraram em campo no campeonato em casa com shorts pretos, e não azuis. Parece agressivo e incomum. Foi com esse uniforme que Kempes e Passarella ergueram a primeira taça. O uniforme era brutal, como um uniforme militar. Dava para vencer uma batalha com ele, quanto mais uma Copa do Mundo.

8 anos depois, as mesmas listras, só que mais próximas. Ainda os mesmos shorts curtos, que ainda hoje pareceriam ousados. E um gênio em campo. O uniforme em que Maradona marcou dois gols históricos em três minutos: primeiro com a mão, depois driblando todo o time inglês. Nele, Jorge Valdano e Jorge Burruchaga recebiam passes do messias feito de carne e osso. A Argentina conquistou seu segundo título, e essa camisa ainda hoje está exposta em museus como uma relíquia. Cada marca no tecido é um rastro de sua grande jornada.
Peru (Copa do Mundo de 1978)

Camisa branca e uma cicatriz vermelha diagonal atravessando todo o peito. Os peruanos escolheram uma imagem da sala de emergência, onde tiveram uma artéria costurada, mas fugiram para a partida. Na Argentina-1978, o design foi levado à perfeição: o logotipo do fabricante foi escondido sob o tecido, e o emblema da federação foi exibido em todo o seu esplendor. O principal é a faixa sangrenta, para que nenhum árbitro confunda quem está diante dele. O Peru venceu com confiança a primeira rodada, mas na segunda, o entusiasmo já não foi suficiente. No entanto, os descendentes continuam jogando com conjuntos semelhantes.
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🔥 Anos 1980
França (Copa do Mundo de 1982)

O uniforme azul com listras verticais branco e vermelho no peito — um tricolor que transpira na tecido. Gola, detalhes, punhos, faixa e uma corrente dourada. Junto com a aparência modelo de Platini, o cabelo desalinhado e o olhar carismático, isso é uma capa pronta para qualquer revista. Com esse uniforme, Michel e Alain Giresse carregavam a seleção, e o galo de ouro gritava direto do peito. Cantar o marcha campeã não foi permitido pelos alemães, que pararam os franceses na semifinal.
URSS, Países Baixos (Euro-1988)

Na final da Euro-88, duas camisas com design da Adidas se enfrentaram. O padrão geométrico com gradiente proporcionava volume e um efeito estereoscópico. A abreviatura ousada da União Soviética parecia ambiciosa, mas o gol incrível de van Basten levou o troféu para o reino dos Países Baixos.

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⚡ Anos 90
Alemanha Ocidental (Copa do Mundo de 1990)

Olhe para esta camisa. Os alemães ocidentais vestiram um pedaço de tecido e encontraram sua identidade nacional. O fundo branco, cortado em ângulo agudo pelas listras preto-vermelho-amarelas da bandeira. A gola em forma de adaga. E essa criação do pensamento têxtil-engenheirado da adidas trouxe-lhes a taça. O segundo conjunto verde, também dos moldes do famoso Euro, parecia igualmente harmonioso.

Colômbia (Copa do Mundo de 1990)

Uma enorme gola para não estragar o penteado de Valderrama e mostrar todos os acessórios e colares. Um vermelho vibrante com detalhes em azul e amarelo. Os colombianos participaram de sua primeira Copa do Mundo em 28 anos. Pareciam ter saído diretamente de uma festa de coquetel para o campo. Jogaram com desenvoltura, mas foram eliminados nas oitavas de final por rapazes igualmente descontraídos de Camarões.
Alemanha (Copa do Mundo de 1994)

Base branca com inserções “dragão” em losango nos ombros. A Adidas lançou um punk geométrico que ainda é vendido em leilões por preços exorbitantes. Com esse uniforme, a seleção da Alemanha defendeu o título de campeã mundial, mas tropeçou contra a Bulgária.
Bulgária (Copa do Mundo de 1994)

Uniforme branco, acabamento vermelho e verde e as enormes três listras da adidas, que se destacavam como uma estrutura sob as costelas. Parecia feito especialmente para o gesto de vitória com os braços levantados. Com esse uniforme, os búlgaros, liderados por Stoichkov, chegaram até a disputa pelo bronze, onde perderam para os suecos, que usavam um uniforme da mesma coleção.

EUA (Copa do Mundo de 1994)

Denim. Padrão de estrelas e listras. A América entrou em campo com um visual de pura cultura pop. Pareciam estar indo para um show de rock no Texas, e não para um jogo de futebol. Passaram da fase de grupos, perderam para o Brasil, mas seu uniforme se tornou o principal souvenir daquele torneio. Porque quem resiste a uma camiseta que combina com jeans?
Itália (Copa do Mundo de 1994)

Uniforme azul com gola polo. No entanto, os italianos não pareciam trabalhadores de colarinho azul no campo de futebol, mas sim uma orquestra tocando de smoking sob a regência de Roberto Baggio. O “Rabinho” era o principal maestro do planeta, mas levantou a bola a 11 metros no espaço e queimou.
México (Copa do Mundo 1994/1998)

Máscara maia no peito. Fragmentos cinzas, pretos e verdes formavam um padrão antigo. Não era um uniforme, mas um desafio: “Tente entender nossa cultura à primeira vista”. Os mexicanos jogavam com túnicas de deuses antigos. Os deuses, aliás, foram misericordiosos apenas na fase de grupos.
França (Copa do Mundo de 1998)

Um uniforme lendário, onde no peito cabiam logotipos, listras gráficas da bandeira e até os números dos jogadores. Mas tudo era tão bem projetado e organizado que ficava muito estiloso. Foi com ele que Zidane, Deschamps e companhia venceram. Um verdadeiro uniforme de campeão.
Croácia (Copa do Mundo de 1998)

Uniforme branco com quadrados xadrez vermelhos. Um tabuleiro de xadrez. Foi com ele que Davor Šuker marcou gols em todos e conquistou a Chuteira de Ouro, enquanto a Croácia ficou com o bronze. O melhor uniforme de um estreante. Os quadrados vermelhos sobre o fundo branco faziam os olhos dos adversários se perderem.
Jamaica (Copa do Mundo de 1998)

Listras amarelas, verdes e pretas com tranças rastafári. Rapazes do reggae. Eles entraram em campo, derrotaram o Japão, e o uniforme viralizou muito antes da internet existir. Pareciam participantes de um carnaval que, por acaso, encontraram o caminho para o campo de futebol. E fizeram bem em não se perderem.
Inglaterra (Copa do Mundo de 1998)

Camisa branca da Umbro com inserções azul-bordô nas laterais. Três leões no peito, número no plexo solar e uma pequena bandeira na gola — patriotismo nos detalhes. Com esse uniforme, o jovem Owen, de 18 anos, carregou a bola por meio campo e marcou o gol da geração contra a Argentina. E Beckham deu uma pisada de cravo em Simeone. Tinha tudo: beleza, drama, juventude, estupidez, genialidade. E a dor impossível do pênalti.
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🌍 Anos 2000
Itália (Euro-2000)

A justa camiseta azul da Kappa é como uma segunda pele. Com botões no lugar de abotoaduras, em um tom de azul levemente desbotado pelo sol. O estilo é minimalista, elegante, quase de passarela. Os italianos entraram em campo na final com um uniforme que os fazia parecer super-heróis. Del Piero, Totti, Maldini — todos os galãs do Adriático nesse esplendor justo. Eles lideravam por 1:0 até o último minuto. Já estavam se imaginando com o ouro. Mas Wiltord e Trezeguet não desistiram.
Camarões (CAN-2002)

Não nos enganamos. Camiseta com mangas cortadas da ousada Puma. O Embed de Embiid no futebol. A FIFA proibiu, chamando-o de “desrespeito ao uniforme”. Mas Camarões simplesmente mostrou os músculos e pagou a multa.
Espanha (Copa do Mundo de 2002)

Camisa vermelha, shorts azul-escuro, acabamento amarelo na gola. A bandeira clássica, esticada sobre os ombros. Com esse uniforme, os espanhóis venceram três partidas na fase de grupos, passaram pela Irlanda e pararam nas quartas de final contra a Coreia. A derrota nos pênaltis deixou os espanhóis sem as devidas honrarias, mas o uniforme certamente não se perdeu na memória. Assim como os árbitros coreanos.
Itália (Copa do Mundo de 2006)

O azul se espalhou e se estendeu da cabeça aos pés. E brilhou com números dourados nas costas e no peito. E Cannavaro ergueu a taça. Este uniforme é sinônimo da palavra “campeão”. Foi usado como uma manto, como uma coroa. Nele, até Materazzi parecia um aristocrata. Bem, quase.
Portugal (Copa do Mundo de 2006)

A era de ouro de Luís Figo e do jovem Cristiano. Base alaranjada, contorno verde, cruz medieval no coração. Austera dignidade para heróis lendários. Portugal chegou às semifinais, onde perdeu para a França de Zidane.
Holanda (Euro 2008)

Laranja sólido — sem listras, sem inserções, sem compromissos. Laranja puro, que fez os olhos lacrimejarem. Nessa casca laranja monolítica, os holandeses queimaram todos com napalm no grupo: 3:0 contra os campeões mundiais italianos, 4:1 contra os franceses e um fácil 2:0 contra os romenos. O pássaro de fogo inflamou todos os torcedores ao redor do mundo, mas queimou-se na prorrogação contra uma Rússia ainda mais fantástica.
Rússia (Euro-2008)

Sol branco dos campos. Tecido branco, bandeiras simples nas bordas do número. Não há nada que chame a atenção, algo para admirar do ponto de vista do design. Mas quando Arshavin, Pavlyuchenko, Zhirkov, Kolodin e Torbinsky a vestiram, ela ficou em nossos corações para sempre.
Uruguai (Copa do Mundo 2010)

A clássica camisa azul da Puma com a parte inferior escura, gola branca e um sol em relevo no peito, que sob a luz do sol da África do Sul deveria ofuscar os adversários. Quatro estrelas acima do escudo — duas por títulos mundiais e duas pelo ouro olímpico, que a FIFA equiparou aos títulos mundiais. Com esse uniforme, Forlán foi eleito o melhor jogador do torneio, e Suárez foi o melhor goleiro.
Rússia (2010)

Dentes dourados do Kremlin em cetim bordô. Jogaram com ela quando já estava claro que não iríamos à Copa do Mundo, mas era preciso parecer respeitável. O uniforme mais bonito da história da seleção.
Nova Zelândia (Copa do Mundo de 2010)

Uniforme preto com um feto branco no peito. A equipe “All Blacks” entrou em campo e disse: “Nós também estamos aqui”. Com esse elegante e austero smoking, os neozelandeses fizeram um milagre: não perderam uma única partida na fase de grupos. Nem mesmo para os atuais campeões mundiais da Itália! Infelizmente, três pontos não foram suficientes para nos presentear com esse estilo também nas oitavas de final.
Rússia (Euro-2012)

Camisa vermelha com uma faixa diagonal do ombro ao quadril, como um cinto ou alça de um alforje. Três listras douradas nas mangas. Com esse uniforme, a Rússia derrotou a Itália antes do Campeonato Europeu de 2012 e, na fase de grupos, esmagou a República Tcheca por 4:1. Um ataque avassalador prometia um triunfo vitorioso, mas então a melhor geração dos anos 2000 parou repentinamente.
Colômbia (Copa do Mundo de 2014)

Camisa amarelo escuro com listras azuis diagonais nos ombros e laterais, combinada com shorts brancos — como se tivessem esquecido completamente da bandeira da Colômbia, para que os adversários não soubessem de onde viria James. A gola branca com contorno azul acrescentou elegância. Com esse uniforme, os colombianos avançaram da fase de grupos em primeiro lugar, derrotando Grécia, Costa do Marfim e Japão, e James marcou o gol do torneio nas oitavas de final, conquistando a “Chuteira de Ouro”.
Bélgica (Copa do Mundo 2018)

Semáforo vermelho, padrão losangular nas cores da bandeira, emblema ao centro — uma referência ao uniforme prateado de 1984. O original era mais interessante, mas você certamente não vai se entediar com este. Primeiro, porque você nem havia nascido na época, e segundo, porque a Bélgica não conquistou nada naquela ocasião. Já com o novo uniforme, os belgas derrotaram o Brasil por 2:1, ficaram em terceiro lugar e conquistaram a medalha de bronze na Copa do Mundo. Se não fossem os franceses na semifinal, poderia ter sido até o ouro. De Bruyne, Hazard, Mertens, Lukaku, Courtois em um único uniforme — algo que os flamengos provavelmente nunca mais vão repetir.
Nigéria (Copa do Mundo 2018)

Um raio branco e verde-claro com linhas quebradas e um laço na gola. O uniforme foi varrido das prateleiras em um dia — o design ousado impressionou tanto. Em campo, a Nigéria não passou da fase de grupos, mas isso já não importava mais. Três milhões de cópias foram vendidas.
Rússia (Copa do Mundo 2018)

Vermelho em cima, branco embaixo, detalhes dourados, bandeiras nas meias. Com esse uniforme, Cheryshev se tornou o melhor coringa, Mário Fernandes o mais querido, e Smolov o próprio Jordan! Mas o mais importante é que o país voltou a acreditar e a ver um milagre.
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✨ Clássico moderno (anos 2020)
Finlândia (Euro-2020)

Uniforme branquíssimo com uma cruz em gradiente azul — a bandeira finlandesa no peito. Sem decorações ou detalhes desnecessários. Simples, como uma sauna após um mergulho no gelo. Com essa limpeza minimalista, os finlandeses ficaram apenas em quarto lugar no grupo, apesar da vitória na partida de estreia contra os dinamarqueses. Mas o uniforme pede para ser usado e lembrado.
França (Copa do Mundo 2022)

Parte superior azul-escuro, detalhes dourados, o galo gaulês no peito. Tudo muito elegante e nobre, como em uma recepção no Palácio do Eliseu. Com esse uniforme, os franceses chegaram à final, onde Mbappé fez um hat-trick, mas isso não foi suficiente. A Argentina ainda levou a taça. O traje era digno de uma festa cerimonial do Oscar, mas a estatueta foi levada por um cara de pijama listrado. Bem, Kylian tem a chance de se vingar.
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A França de 98 com o número 10 foi usada por um taxista de Marselha.
Obrigado ao autor. Os uniformes são realmente memoráveis, vibrantes e originais.
O que o uniforme da Nova Zelândia está fazendo aqui?)
A pena parece bonita.
A França de 98 é uma referência à França de 84.
O azul do Brasil, no qual eles derrotaram a Inglaterra em 2002, é uma pena que eles raramente usaram…
O uniforme da Rússia com a faixa diagonal é um exemplo incrível de falta de talento dos designers. Só fica pior que os uniformes copiados de times genéricos da FIFA.
É, só falta a inscrição ‘Formando 2012’))
O que o uniforme da Nova Zelândia está fazendo aqui?)
É, só falta a inscrição ‘Formando 2012’))
O uniforme da Rússia desde os anos 2010 era realmente o mais legal, uma pena que esse tom não foi mantido depois.
A pena parece bonita.
Que ‘laranja sólido’ os holandeses usaram em 2008? Se não me engano, eles só jogaram totalmente de laranja contra a Rússia, na fase de grupos usaram calções brancos e meiões azuis, o que ficou ainda mais impressionante.
>>>O Brasil é inconfundível. Na Copa de 1970, Pelé e sua seleção conquistaram o terceiro título mundial. Agora é um padrão e um código de vestimenta dos vencedores.
>>>A ‘URSS’ em vermelho infinito. Com letras grossas costuradas, shorts brancos, meiões com listras. Sem patrocinadores, sem Adidas. Produção própria.
>>>O vermelho estava presente na final — e eles venceram aquela final. Também uma camisa simples, shorts brancos curtos. Sem firulas, sem padrões — apenas leões elaborados no escudo. Os ingleses usaram esse uniforme e levantaram a taça. Pela primeira e última vez.
>>>Nenhuma coleção limitada. Apenas tesoura e princípios.
>>>As listras azul e branco são um clássico. Mas em 1978, os argentinos jogaram em casa com calções pretos, não azuis. Parece agressivo e incomum. Com esse uniforme, Kempes e Passarella levantaram a primeira taça. O uniforme era bruto, como um uniforme militar. Poderia ser usado para vencer uma batalha, não apenas uma Copa do Mundo.
8 anos depois, as mesmas listras, só que mais próximas. Ainda com shorts curtos, que pareceriam ousados mesmo hoje. E um deus em campo.
Muitas frases cortadas, PONTOS em todos os lugares onde uma vírgula poderia ser usada (mesmo quando a vírgula faz mais sentido). Foi uma IA que escreveu? Ela adora fazer isso.
E tradicionalmente, a Argentina usa shorts pretos, não azul escuro, então por que os shorts pretos pareceriam incomuns?
O muro do Kremlin é legal, a Itália com a Kappa na Euro 2000 foi a mais memorável. E também Portugal na Euro 2012 com a cruz no peito do uniforme branco, e talvez alguém se lembre do conjunto branco da Inglaterra na Copa de 2006 da Umbro com a cruz vermelha no ombro. Lembro que minha esposa em Moscou procurou essa camisa nas lojas da Umbro. Encontrou)))
>>>Laranja sólido — sem listras, sem inserções, sem compromissos. Um laranja puro, que fazia os olhos lacrimejarem. Com essa casca laranja monolítica, os holandeses queimaram todos com napalm na fase de grupos: 3:0 contra os campeões mundiais italianos, 4:1 contra os franceses e um fácil 2:0 contra os romenos.
Caramba, parei de ler depois da Argentina-78, mas deveria ter continuado. Sim, o autor definitivamente alimentou uma IA com o pedido e copiou e colou o resultado sem crítica.
Gaynuzdinov, olhe para a sua própria foto da Holanda-2008. Realmente não há listras ou inserções? E o colarinho azul, branco e vermelho é o novo laranja?
Em segundo lugar, em nenhum ‘monolito laranja’ a Holanda varreu alguém, além dos romenos. Contra italianos e franceses, eles jogaram com camisas laranjas, shorts brancos e meiões azuis.