Na Inglaterra, planejam combater simulação de lesões por goleiros – jogador de linha sairá de campo durante atendimento ao goleiro

No futebol inglês, planeja-se realizar um experimento para combater a simulação de lesões por goleiros com o objetivo de promover pausas táticas durante as partidas desta temporada, segundo a BBC Sport.
A Associação de Futebol da Inglaterra, a Premier League, a Liga de Futebol Inglesa, a Liga Nacional e a Super Liga Feminina concordaram com a medida, aguardando aprovação do Conselho Internacional de Associações de Futebol (IFAB).
A organização Pro Ref, liderada pelo árbitro principal Howard Webb, negociou com as ligas para definir como resolver o problema. Decidiu-se que, em caso de lesão do goleiro, um jogador de linha da equipe deve deixar o campo.
Se o árbitro sinalizar que o fisioterapeuta pode entrar em campo para atender o goleiro, o técnico terá 10 segundos para escolher outro jogador que sairá por um minuto. Se nenhum jogador for escolhido em 10 segundos, o capitão da equipe deve deixar o campo.
A tática de pausas durante o atendimento médico ao goleiro tornou-se cada vez mais comum e controversa nas últimas temporadas. Frequentemente, o goleiro senta-se no gramado e acena para o fisioterapeuta, enquanto os demais jogadores correm para a zona técnica para uma reunião da equipe. Assim que o técnico dá instruções, o goleiro se levanta e retoma o jogo. O atendimento médico ao goleiro também é usado para quebrar o ritmo do adversário quando este domina a partida.
Em novembro, o técnico do Leeds United, Daniel Farke, acusou o goleiro do Manchester City, Gianluigi Donnarumma, de simular lesão para “burlar as regras” e parar o jogo.
Ao mesmo tempo, várias exceções estão sendo consideradas, nas quais, em caso de lesão do goleiro, um companheiro de equipe não precisa deixar o campo: quando o goleiro declara que não precisa de atendimento fisioterápico e isso não resulta na paralisação do jogo; quando ocorre uma colisão entre o goleiro e um jogador de linha; quando uma falta no goleiro exige atendimento médico imediato; em caso de sangramento, lesão grave (necessitando substituição) ou concussão do goleiro.
Os resultados dos testes serão avaliados em reuniões do IFAB, o que pode levar a uma mudança permanente nas regras em todo o mundo a partir da temporada 2027/28.





Nossa, e antes nem impedimento existia…
Não entendi a piada… se forem ‘atender’ o goleiro, algum jogador teria que sair, mas não vão jogar sem goleiro, até terminarem o atendimento )))) ou depois vai ter expulsão de um minuto para algum jogador?! Que loucura )
Em princípio, não é uma má ideia. Esses jogadores que supostamente simulam lesões e atrasam o jogo são uma vergonha. Não há lugar para isso no futebol.
Com as velocidades modernas do jogo, os impedimentos às vezes são prejudiciais para a beleza do jogo, para o espectador e para os resultados. Precisam ser revisados, algo como meio metro ou o corpo todo como uma situação normal.
Então começarão as discussões sobre se foi meio metro ou não, se o corpo todo estava adiantado ou se algo ainda estava à frente, e tudo continuará como está.
Bem, em princípio, está correto.
Já pensei nessa ideia antes, mas seria injusto para o jogador que seria deixado para trás por um minuto.
Que ele expresse suas queixas e frustrações ao goleiro.
No United, Bruno seria expulso, no City, ninguém.
Há uma solução ainda mais simples para esse problema. Se o goleiro simula uma lesão, espera pelos médicos, etc., e toda essa situação leva, por exemplo, dois minutos, então o árbitro deve adicionar cinco minutos extras. No final, devido às simulações do goleiro, sua equipe terá que se defender por quase o dobro do tempo.
Ótima tática para o goleiro de uma equipe que está perdendo no final do jogo, sim.)
Então a equipe que está perdendo vai tirar o goleiro para ganhar mais tempo para tentar empatar.
Enquanto decidem qual jogador de linha deve sair, perderão ainda mais tempo.