Infantino perdeu o apoio de países devido ao caso Balogun – o que acontecerá com a reeleição

As posições do presidente da FIFA, Gianni Infantino, foram seriamente enfraquecidas após o escândalo envolvendo a revogação da suspensão do atacante da seleção dos EUA, Folarin Balogun, segundo o The Times.
Vários países que anteriormente apoiavam a reeleição de Infantino agora estão considerando retirar seu apoio. Autoridades do futebol acreditam que a decisão de adiar a suspensão de Balogun para após a Copa do Mundo de 2026 pode ter influenciado o resultado de uma partida.
Anteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou que entrou em contato pessoalmente com Infantino e pediu a revisão da expulsão do jogador. A FIFA manteve o cartão vermelho, mas suspendeu a suspensão de um jogo de Balogun.
Alemanha, Países Baixos, Bélgica, Noruega e Suíça criticaram a decisão do comitê disciplinar da FIFA. Egito e Senegal também estão reconsiderando seu apoio a Infantino.
No entanto, espera-se que o dirigente de 56 anos mantenha o cargo e não enfrente um oponente nas eleições do próximo ano. Contudo, sua influência na FIFA pode diminuir significativamente.
“É difícil imaginar uma interferência política no futebol mais forte do que a de Trump, e as tentativas da FIFA de explicar algo foram ridículas. A influência de Infantino se esgotou, ele está muito isolado agora – ele se tornará um presidente sem poder real”, afirmou uma fonte de alto escalão no meio futebolístico.
Diante do escândalo, é provável que Infantino não consiga expandir o Mundial de Clubes ou realizar o torneio a cada dois anos. Também é praticamente excluída a alteração do estatuto da FIFA que permitiria que ele concorresse novamente após o fim de seu último mandato em 2031.
A FIFA ainda não revelou quem exatamente tomou a decisão sobre a suspensão de Balogun e não publicou uma justificativa por escrito para o veredito.



