Balogun foi desbanido – como a FIFA aplicou o artigo 27 e a suspensão condicional

Análise de Igor Sergueiev.
A suspensão da desqualificação do melhor artilheiro da seleção dos EUA, Folarin Balogun, é o principal escândalo da Copa do Mundo. Segundo o jornalista Ben Jacobs, a FIFA tomou essa decisão após um telefonema da Casa Branca. Mas com que base?
O banimento não foi cancelado, mas sim tornado condicional. O que isso significa?

Desqualificação automática após um cartão vermelho direto é uma das sanções mais comuns no futebol. Mínimo de um jogo suspenso – sem discussão. Essa suspensão não está sujeita a recurso comum. Mas existe uma brecha.
De acordo com o artigo 27 do Código Disciplinar, a FIFA tem o direito de suspender condicionalmente a aplicação de uma sanção disciplinar, se considerar isso admissível e se a violação não estiver relacionada à manipulação de resultados (ou seja, jogos combinados).
Ao infrator é concedido um período de prova que varia de um a quatro anos. Se o culpado cometer uma “nova violação de natureza e gravidade semelhantes” durante esse período, a FIFA ativará a suspensão. Sanções adicionais não são excluídas.
Foi exatamente esse mecanismo, segundo a FIFA, que foi utilizado quando permitiram que Balogun jogasse contra a Bélgica nas oitavas de final da Copa do Mundo. O cartão vermelho permanece válido, mas a suspensão de um jogo foi suspensa condicionalmente com um período de prova de um ano.
Quem decide é, de fato, um órgão independente. No papel
Dentro da FIFA, existem comitês independentes que atuam autonomamente e não estão subordinados aos órgãos de direção. O Comitê Disciplinar é um deles. Ele é eleito pelo congresso por um mandato de quatro anos (não mais que três mandatos consecutivos). O presidente, o vice-presidente e todos os membros devem atender aos critérios de independência estabelecidos pelos regulamentos da FIFA, e o presidente e seu vice também devem possuir qualificação jurídica.
Atualmente, o comitê é presidido pelo advogado dos Emirados Árabes Unidos, Mohammad Al-Kamali, e o vice é Jorge Palacio, da Colômbia. Além deles, o comitê é composto por representantes de mais 16 países, incluindo Singapura, Taiti, Tonga, Itália, Brasil, México, Áustria, República Tcheca, Arábia Saudita, Paraguai e Vietnã.

Ao receber uma reclamação da federação de futebol correspondente, o comitê analisa o mérito do caso em sessão fechada e emite um veredito. Curiosamente, as decisões podem ser tomadas na presença de no mínimo três membros do comitê, não sendo necessário que todos estejam presentes. Além disso, “em casos especiais, o presidente pode tomar uma decisão unilateralmente”. Ou seja, existe a possibilidade de que a decisão sobre Balogun tenha sido tomada apenas por Mohammad Al Kamali. No entanto, ninguém relatou que a Federação de Futebol dos EUA (ou qualquer outra entidade) contestou a suspensão do atacante da seleção.
Nem o presidente da FIFA, nem o Conselho da FIFA, nem a Secretaria-Geral têm o direito de dar instruções obrigatórias ao comitê disciplinar sobre casos disciplinares específicos. Formalmente.
Se Infantino pode influenciar o comitê após um pedido de um amigo próximo que também é o presidente dos EUA, isso fica a critério de cada um decidir.
A FIFA tradicionalmente não publica atas de reuniões, resultados de votações ou informações sobre quem apoiou ou não uma decisão específica. Geralmente, apenas o veredito final e sua justificativa legal são conhecidos. O caso de Balogun não é uma exceção.
Algo assim já aconteceu antes?
Sim, embora seja extremamente raro.
O caso anterior também está relacionado à Copa do Mundo de 2026. Em novembro, Cristiano Ronaldo foi expulso em uma partida classificatória contra a Irlanda (0:2) por acertar o defensor Dara O’Shea com o cotovelo e foi suspenso por três jogos – o mínimo para tais infrações.

Mas depois a FIFA suspendeu parcialmente a aplicação da medida disciplinar. “O cumprimento dos dois jogos restantes foi suspenso por um período de prova de um ano”, anunciou o comitê disciplinar da FIFA.
No final, Ronaldo perdeu apenas um dos três jogos – contra a Armênia, na fase final das eliminatórias. E começou a Copa do Mundo sem nenhuma restrição.
Algo semelhante ao caso de Balogun aconteceu na Copa do Mundo de 1962, mas a decisão jurídica foi diferente. O atacante da seleção brasileira Garrincha foi expulso por acertar as nádegas do jogador chileno Eladio Rojas na semifinal. Não havia suspensão automática na época, mas todos os cinco jogadores expulsos no torneio foram suspensos do jogo seguinte. Garrincha foi salvo porque o bandeirinha uruguaio Esteban Marino, que sugeriu ao árbitro principal que expulsasse o brasileiro, não compareceu à reunião do comitê disciplinar. Sem seu testemunho, a suspensão não foi aplicada.





Analise ou não, isso é uma vergonha. E o fato de uma vergonha semelhante ter acontecido antes não é justificativa.
Parece que Infantino também conhecia Epstein. E Trump o lembrou disso. Ou alguma outra sujeira.
Trump lembrou Infantino que ele se parece muito com o careca dos Brazzers
Isso é coisa de Freud – você sempre culpa as garotas?
Sem vergonha, sem moral!
Que moral é essa de dar cartão vermelho onde um amarelo já seria mais que suficiente?
Nós nos Estados Unidos também estamos em choque total com a decisão da FIFA, e a maioria considera isso uma farsa. Não pense que todos aqui somos arrogantes e impunes, isso é uma vergonha tremenda
Todos para a Casa Branca, vamos exigir a desclassificação de Balogun!
Aqui já temos suficientes ‘simpatizantes’ locais, acredite) A verdade é que, em episódios assim, eles geralmente perdem o dom da fala [a habilidade de pressionar botões no teclado], mas isso passa rápido)
Balogun, sei lá…
Imagine, o presidente de um país independente é sequestrado, e nada, como se fosse normal. E aqui é só uma desclassificação, uma bobagem…
Você não entende, isso é diferente))) uma vergonha🤦♂️
A careca prostituta Infantino perdeu completamente a vergonha
Bem, Ronaldo deu um cotovelaço em um jogador e o cartão vermelho foi anulado, o que permitiu que ele se exibisse na fase de grupos da Copa. Isso não é um circo? E aqui anularam um vermelho por uma falta que nem todo árbitro daria vermelho. E onde os EUA foram beneficiados no jogo, alguém viu? Pênaltis duvidosos, expulsões dos adversários, cartões amarelos para a defesa e meio-campo (oi para o clube das margens do rio livre)? Algo assim aconteceu? Aliás, antes da Copa, eu pessoalmente achava que os americanos seriam muito mais beneficiados, mas na verdade esses palhaços jogam bem por si só. Então não vejo nada de criminoso na anulação do cartão amarelo-vermelho. Suspeito? Sim. Mas nada além disso.
Eu já digo e escrevo há muito tempo que esse futebol de vocês se transformou em um circo com palhaços desde o caso Bosman!!!!!!!!!!!!!!!!
Então comam com colheres e não se surpreendam com nada….
É só por dinheiro