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O império financeiro de Dana White – quão rico é o chefe do UFC?

Uma história americana de sucesso.

O presidente do UFC, Dana White, é uma das pessoas mais ricas do esporte, com uma fortuna estimada em mais de $500 milhões. Antigamente, ele trabalhava como asfaltador e porteiro, mas em poucos anos na década de 2000, tornou-se multimilionário.

Como White conseguiu isso e quanto ele ganha agora?

White se decepcionou com o ensino superior e abandonou a universidade. Ele ganhava um bom dinheiro como porteiro, mas pediu demissão para seguir seu sonho

White teve uma infância difícil em Manchester: o pai não participava de sua criação, e a mãe trabalhava como enfermeira, mudando constantemente de cidade em busca de emprego. Na terceira série, White foi com ela para Las Vegas, onde ingressou na escola católica Bishop Gorman High School. Foi lá que White conheceu seu futuro parceiro de negócios, Lorenzo Fertitta, que mais tarde o ajudou a comprar o UFC.

Na escola, White não era considerado promissor: brigava constantemente e violava as regras, sendo expulso duas vezes. Devido aos problemas de comportamento, a mãe o enviou para morar com a tia em Hermon, uma cidade pequena no estado do Maine, onde ele concluiu o último ano do ensino médio e, em 1987, mudou-se para Boston.

No final dos anos 80, White tentou duas vezes obter um diploma universitário: primeiro entrou no Quincy College, depois se transferiu para a Universidade de Massachusetts em Boston. Nas duas vezes, White abandonou os estudos após o primeiro semestre: a mãe o convencia a voltar, mas ele simplesmente não ia às aulas. White odiava estudar e achava que a universidade preparava funcionários para o negócio dos outros.

Ele queria abrir o próprio negócio e não depender de chefes ou colegas: “Eu odiava a escola, especialmente no ensino médio. Entrei na faculdade porque achava que era o certo. Pensava que, nos dias de hoje, sem um diploma universitário, você não consegue nada, então queria me formar em administração.

Mas já no primeiro semestre decidi: ‘Que se dane tudo isso!’ Não conseguia fazer aquilo, porque odiava estudar. Eu sabia o que queria, então abandonei a universidade. O maior problema dos jovens é que eles não sabem o que querem fazer. Vão para a faculdade porque os pais dizem para ir”.

Após abandonar os estudos, White teve vários empregos: trabalhou asfaltando ruas em uma empresa de construção e, nos fins de semana, como segurança em um pub. Mais tarde, conseguiu um emprego como mensageiro e porteiro em um hotel de luxo. Graças às gorjetas, White, com 19 anos, ganhava bem – entre US$ 50 e 60 mil por ano.

White lembrava como os funcionários do hotel brigavam nos bastidores para dividir os clientes mais generosos, que davam gorjetas altas. Mas seguiam uma regra: só batiam abaixo do pescoço, para que os hóspedes não notassem ferimentos nos rostos dos funcionários. Mais tarde, White chamou esse trabalho do mais humilhante de sua vida – um dia, simplesmente saiu no meio do expediente:

“Eu ganhava um bom dinheiro para a minha idade. Tinha tudo o que, aparentemente, você sonha na vida: gorjetas altas, seguro de saúde, plano de aposentadoria. Mas eu simplesmente disse a mim mesmo: isso não é o que eu quero.

Um dia, estava no saguão e pensei: ‘Que diabos estou fazendo aqui?’ Saí pela porta principal e disse a um amigo porteiro: ‘Que se dane essa merda, eu terminei. Não aguento mais isso’. Ele respondeu: ‘Você está louco, tem 19 anos e ganha entre 50 e 60 mil por ano’.

Mas eu disse a ele ao me despedir: ‘Todo dia eu entro no meu carro e venho para cá me sentindo infeliz. Vou me dedicar ao boxe, e não me importo se não ganhar um centavo sequer, mas serei feliz todos os dias quando estiver a caminho do trabalho’.

White se mudou para a área criminal do Sul de Boston, onde começou a treinar lutadores locais e a liderar grupos de boxe fitness (um de seus clientes na época era o ainda desconhecido Mark Wahlberg). White estava desesperadamente sem dinheiro: ele morava em apartamentos alugados e se locomovia por Boston de bicicleta, mesmo no inverno.

White se uniu ao ex-campeão do torneio “Luvas de Ouro”, Peter Welch, e lançou com ele o programa “Tire as Crianças das Ruas”. Eles ensinavam boxe a adolescentes problemáticos para mantê-los longe do crime. Isso não gerava lucro, mas tornou White uma figura conhecida na cidade: em 1992, ele registrou a empresa Dana White Enterprises e alugou espaços em três academias de Boston.

Naquela época, White chamou a atenção da máfia irlandesa “Winter Hill”, liderada por James Bulger (que mais tarde ficaria foragido por 16 anos e receberia duas sentenças de prisão perpétua). Kevin Weeks, o braço direito de Bulger, foi até a academia de White e exigiu uma parte do lucro como proteção. Como White não tinha dinheiro para pagar, ele fugiu da cidade para sempre:

“Eu estava dando um treino em uma das academias do Sul de Boston quando dois caras entraram. Eles disseram: ‘Ei, precisamos conversar’. Quando um deles perguntou: ‘Você sabe quem eu sou?’, entendi o que estava acontecendo. Ele afirmou: ‘Você nos deve dinheiro’. Citou um valor de cerca de US$ 2,5 mil, mas na época isso era muito para mim – como US$ 25 mil.

Era Kevin Weeks, o braço direito de Bulger. Isso continuou por um tempo, até que um dia me ligaram em casa e disseram: ‘Você precisa pagar o dinheiro amanhã até meio-dia’. Desliguei o telefone, liguei para uma companhia aérea, comprei uma passagem para Las Vegas e fui embora.

White convenceu amigos de infância a comprar o UFC, mas quase faliu. Após o salvador TUF, sua fortuna cresceu em um ritmo acelerado

No final dos anos 90, em Las Vegas, White começou a trabalhar como empresário de lutadores. Ele geria os negócios das futuras estrelas do UFC, Chuck Liddell e Tito Ortiz, vivendo da comissão de 10 a 15% sobre seus modestos cachês. Sua renda era instável e dependia do número de lutas realizadas, e a indústria estava em um estado semilegal: os lutadores entravam no octógono com pouca frequência e recebiam cachês modestos.

Em 2001, durante as negociações do contrato de Ortiz com o dono do UFC, Bob Meyrowitz (chefe da empresa SEG), White descobriu que a liga estava à beira do colapso. Meyrowitz admitiu que não tinha dinheiro nem para organizar o próximo torneio.

White reagiu instantaneamente e entrou em contato com seus ex-colegas da escola católica – os bilionários Lorenzo e Frank Fertitta. Eles eram donos da rede de cassinos Station Casinos, faziam parte da Comissão Atlética do Estado de Nevada e eram amigos de White, menos rico, devido à paixão por lutas.

“Liguei para Lorenzo e disse: ‘Olha, a SEG está completamente falida. Parece que o UFC está à venda. Acho que precisamos comprá-lo’. Lorenzo respondeu brevemente: ‘Descubra quanto eles querem’, relembrou White.

Em 2001, os irmãos Fertitta criaram a empresa Zuffa LLC e compraram os direitos da marca UFC por modestos US$ 2 milhões. White assumiu o cargo de presidente e recebeu 9% das ações da Zuffa. Na época da transação, a participação existia apenas no papel, valia uma quantia simbólica e não gerava renda.

Os primeiros anos de White no UFC foram um desastre – o MMA ainda tinha a reputação de “briga de galo humana”, e no final de 2004, a Zuffa acumulou cerca de US$ 44 milhões em perdas, enquanto a paciência dos investidores estava no limite. Lorenzo Fertitta chamou White para uma conversa séria, que quase levou ao fechamento do UFC:

“Lorenzo me ligou e disse: ‘Dana, não aguento mais. Não vou ficar jogando milhões nesse buraco sem fundo. Descubra quanto podemos conseguir por essa empresa maldita se decidirmos vendê-la agora’. Nos ofereceram no máximo US$ 6-7 milhões. Lorenzo me ligou de manhã: ‘Sabe de uma coisa? Por esse valor, eu não vou vendê-la de jeito nenhum. Vamos tentar mais uma vez’.

A última chance de salvar o UFC foi o reality show The Ultimate Fighter (TUF): ele mostrou os lutadores como atletas profissionais com histórias pessoais, e não como selvagens sanguinários. As emissoras recusaram o projeto em massa – apenas o canal a cabo Spike TV concordou em exibir o programa, mas em condições duras para a Zuffa: os Fertitta pagaram integralmente a produção da primeira temporada, no valor de US$ 10 milhões, e compraram o horário de exibição por conta própria.

Funcionou: o reality show TUF se tornou um sucesso, e em 9 de abril de 2005, ocorreu a final da primeira temporada. A luta entre Forrest Griffin e Stephan Bonnar salvou o UFC – a final reuniu milhões de espectadores. A audiência cresceu durante a luta – as pessoas ligavam para os amigos e pediam para ligar a TV.

“Essa luta salvou a empresa. Literalmente, alguns minutos depois que os caras deixaram o octógono, os chefes do canal de TV correram até nós gritando: ‘Queremos assinar contrato para a segunda temporada! E para a terceira! Em qualquer condição!’ A partir desse momento, o modelo de transmissões pagas (PPV) finalmente começou a funcionar a todo vapor”, relembrou White.

A partir daí, começou uma ascensão vertiginosa – não apenas da economia do UFC, mas também do patrimônio de White. Graças a bônus regulares, dividendos e à valorização abrupta de sua participação de 9%, o capital pessoal de White atingiu entre 300 e 350 milhões de dólares até 2015. O MMA se transformou de um espetáculo de nicho em uma indústria esportiva, e White, de um manager pobre, em um multimilionário.

Quão rápido cresceu a participação de White? Em 2008, em um artigo intitulado “Ultimate Cash Machine”, a Forbes avaliou o UFC em quase US$ 1 bilhão. Consequentemente, a participação de White em uma empresa que antes era deficitária cresceu para US$ 72 milhões em apenas alguns anos. Em 2010, quando o fundo Flash Entertainment, de Abu Dhabi, adquiriu 10% das ações da Zuffa, a avaliação de mercado do UFC subiu para US$ 1,75 bilhão. Para White, isso significou que seu pacote de 9% se tornou um ativo avaliado em mais de US$ 157 milhões.

Nos anos seguintes, a liga continuou a crescer: em maio de 2015, especialistas da Forbes avaliaram o UFC em US$ 2,5 bilhões. Isso significava que a participação de White poderia chegar a US$ 225 milhões, mas, como resultado do acordo com a Endeavor, ele recebeu mais – US$ 362 milhões. Em apenas 10 anos, White ganhou centenas de milhões de dólares, embora em 2005 estivesse prestes a perder o UFC como negócio.

White se tornou um funcionário contratado do UFC, mas continuou a ganhar muito. Agora, seu patrimônio não se resume apenas ao salário

Em 2016, ocorreu um acordo histórico: os irmãos Fertitta venderam o UFC para o conglomerado Endeavor por um valor recorde de US$ 4,025 bilhões. Por seus 9% de ações, White recebeu imediatamente mais de US$ 362 milhões antes dos impostos.

“Quando o acordo foi fechado, fiquei fora de mim por alguns dias. Lorenzo e eu fizemos tudo isso juntos por 15 anos. Entrávamos na mesma sala todas as manhãs. Foi estranho perceber que agora eu ficaria sozinho, enquanto eles sairiam do jogo.”

Entre 2016 e 2019, começou uma nova fase – a transição de White para o status de funcionário contratado. Sem sua participação na empresa, White assinou um contrato com os novos proprietários, recebendo um salário fixo de US$ 20 milhões por ano e grandes comissões sobre o lucro líquido das vendas de transmissões pagas (PPV).

“O chefe da Endeavor, Ari Emanuel, me disse diretamente: ‘Eu não comprarei essa empresa se você sair. Você precisa ficar e continuar comandando esse navio’, relembrou White.

Em 2019, White consolidou seu sucesso, renovando seu contrato com a Endeavor por mais sete anos. No mesmo período, o UFC garantiu definitivamente sua estabilidade financeira, assinando um acordo de 5 anos com a emissora esportiva ESPN, no valor de US$ 1,5 bilhão. A plataforma assumiu a compra das transmissões, garantindo ao UFC um lucro gigantesco e garantido.

Em 2023, ocorreu a fusão dos ativos do UFC com o gigante do wrestling WWE. Como resultado, foi formado um grande conglomerado público, o TKO Group Holdings, cujas ações dispararam instantaneamente na Bolsa de Valores de Nova York.

White, que atuava como presidente da liga, assumiu oficialmente o cargo de diretor-geral. O conselho de administração da TKO fixou a remuneração habitual de White em US$ 20 milhões, mas alterou a forma de recebimento: parte do valor foi substituída por ações, para vincular os ganhos do CEO aos resultados de longo prazo da empresa.

Sob a liderança de White, em agosto de 2025, foi fechado um acordo de mídia de 7 anos com o conglomerado Paramount e CBS, no valor astronômico de US$ 7,7 bilhões. Esse contrato não apenas dobrou a receita do UFC com direitos de mídia, mas também levou as transmissões de MMA para o horário nobre da televisão aberta nos EUA.

“Quando vendemos a empresa por US$ 4 bilhões em 2016, as pessoas acharam que estávamos loucos. Quando criamos a TKO, disseram que havíamos atingido o limite. O acordo de US$ 7,7 bilhões com a Paramount e CBS prova que não há limites. O MMA é o esporte do futuro, e agora dominamos as principais telas do planeta”, declarou White.

A influência de White há muito transcende os limites do negócio esportivo. Em janeiro de 2025, ele surpreendentemente entrou no Vale do Silício, integrando o conselho de administração do gigante tecnológico Meta*. Mark Zuckerberg, um fã de longa data do UFC, convidou pessoalmente White para integrar conteúdo esportivo em metaversos e tecnologias de realidade virtual. Como recompensa, White recebeu grandes pacotes de opções corporativas adicionais da empresa.

Quão rico é White agora? Ele gasta milhões em cassinos, compra imóveis de luxo e adora brinquedos caros

Hoje, o patrimônio pessoal de Dana White é estimado em US$ 500-600 milhões. Essa quantia é composta por pacotes de ações da TKO e da Meta*, além de projetos de negócios externos. White poderia ter ganhado mais, mas adora gastar dinheiro.

Ele investe generosamente em imóveis: no bairro de luxo de Summerlin, comprou três mansões vizinhas, as demoliu e construiu em um enorme terreno um mini-estado privado com spas, academias particulares e piscinas cobertas. O valor desse complexo é de cerca de US$ 50 milhões.

Outro local significativo para White é Levant, no estado do Maine, onde passou sua infância. White comprou toda a rua Phillips Road, onde viviam seus avós, e agora possui nove casas e 60 acres de terra. Segundo White, esse lugar o moldou como pessoa – ele continua investindo para que as crianças locais sejam felizes.

Outra paixão de White são os carros: em sua garagem, ao lado de um Datsun B210 enferrujado, que lembra sua juventude pobre, estão uma Ferrari F430 Spider, uma Testarossa, um BMW M6 Gran Coupe e uma Plymouth Barracuda personalizada de 1971. E para a mobilidade necessária para gerenciar o UFC, ele frequentemente utiliza jatos executivos da classe Bombardier Global.

White gasta muito em seu escritório, afinal passa a maior parte da vida lá. O gabinete de White na sede do UFC em Las Vegas parece mais um museu do que um escritório. Lá há muito luxo: por exemplo, uma coleção de cartões esportivos que custa mais de US$ 2 milhões, espadas samurai originais por mais de US$ 100 mil e um crânio de tigre-dente-de-sabre por US$ 250 mil.

Mas a principal paixão de White fora do octógono são os jogos de azar. Ele joga blackjack com apostas máximas que chegam a US$ 100 mil e se gabou de ser capaz de esvaziar o caixa de um cassino em uma noite.

White ganhou milhões graças à sua boa memória, por isso foi banido de muitos cassinos. Mas as perdas também são pesadas – uma vez perdeu US$ 3 milhões em uma noite, pensando que havia perdido apenas US$ 80 mil. Ele também perde grandes quantias em apostas: “Sou um degenerado em apostas. Preciso apostar, sou um jogador, isso me faz mais feliz, meu estado de espírito melhora quando ganho. E assistir a esportes é mais interessante quando você fez uma aposta”.

No entanto, para White, compras luxuosas e jogos de azar são uma forma de obter emoções. Ele não quer acumular dinheiro – citando Warren Buffett como um exemplo negativo (embora em 2010 o próprio Buffett tenha anunciado a doação de sua fortuna para cinco instituições de caridade):

“Ele ficou tão obcecado com a riqueza que nem mesmo participou de ações beneficentes. As pessoas veem o dinheiro como algo que deve ser necessariamente investido em algo para ficar ainda mais rico. Eu vejo como uma ferramenta para obter prazer.

Claro, cuidei da minha família. Mas a vida é feita de memórias. E algumas das memórias mais vívidas estão ligadas ao que custa dinheiro. Todos os meus carros na garagem são modelos dos quais sonhei entre os 16 e 20 anos. E isso deve ser seu estímulo. Adoro vencer – seja em uma mesa de pôquer ou em qualquer outro lugar”.

White gasta milhões em caridade, mas mantém isso em segredo. Ele paga por cirurgias para crianças doentes e ajuda lutadores pobres do UFC

As perdas de White nos cassinos irritam os fãs – em uma noite ele gasta mais do que muitos no UFC ganham por uma luta. Mas White não gasta grandes quantias apenas em jogos de azar: uma parte importante de seus gastos é a caridade. Ele admite que gosta de ajudar as pessoas – faz isso por prazer, por isso não divulga: “Não sou o cara que você verá cercado de crianças na frente das câmeras”.

O que sabemos sobre a caridade de White é apenas uma pequena parte da ajuda que ele oferece. Ele ajuda fundações infantis há anos: patrocina o tratamento de jovens com câncer e, por meio da Make-A-Wish, realiza os desejos daqueles que não podem ser curados. Sendo conservador, White doa muito para ajudar veteranos militares e policiais que morreram em serviço.

Muitas vezes, White compartilha grandes quantias de forma espontânea: ajuda vítimas de tragédias ou paga tratamentos para doentes cujas histórias ele conhece. As quantias são significativas – em 2017, White doou US$ 1 milhão às vítimas do tiroteio no festival de música em Las Vegas.

Muitos lutadores do UFC mencionam em entrevistas como White os ajudou financeiramente, sem alarde. Ele pode pagar um ano de aluguel adiantado para um lutador pobre (como fez em 2022 com Joe Pyfer) ou financiar o tratamento de um familiar.

Em 2010, White pagou a cirurgia de um tumor no fígado da filha de um ano do treinador da Tiger Muay Thai, sobre a qual soube pelas redes sociais. E, em 2018, financiou uma série de cirurgias para o filho do lutador do UFC Ray Borg, que nasceu com hidrocefalia. White descobriu que Borg havia se endividado para pagar o tratamento, entrou em contato pessoalmente com o hospital e transferiu o dinheiro.

White gosta de doar dinheiro logo após os torneios. Bryce Mitchell, após vencer no UFC 272, declarou que doaria metade de sua bolsa (US$ 45 mil) para um hospital infantil em Arkansas, especializado em oncologia. White disse a Mitchell para ficar com o dinheiro e ele mesmo transferiu US$ 45 mil para o hospital.

Uma situação semelhante ocorreu em 2022 no UFC 273 – Mike Malott doou sua bolsa base de US$ 10 mil para o tratamento da filha de 15 anos de seu treinador, que estava gravemente doente (ela foi diagnosticada com linfoma). White interveio, permitiu que o lutador ficasse com seu dinheiro e enviou pessoalmente US$ 20 mil para a família do treinador.

* – a atividade da organização foi reconhecida como extremista e é proibida na Rússia

Victória Simões

Ela é uma renomada jornalista esportiva, formada pela Faculdade de… More »

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