«Em ‘Brigada’, interpretaria Faro, amigo de Sasha Branco». Magomed Ismailov atuou em um filme – conversamos com ele – Punho

Motor!
No MMA, Magomed Ismailov – vamos discutir isso separadamente mais adiante – também se tornou muito notável graças à câmera e ao roteiro. Simplesmente, em 2015, ele mesmo se filmava e criava suas próprias falas. Antes da primeira luta contra Vladimir Mineev, o currículo de Magomed Ismailov era assim: 12-2 no MMA, título de mestre do esporte em luta livre, vitória no Campeonato Russo de MMA amador e vitórias sobre Ildemar Alcântara e David Vasich. Agora, na liga ACA, provavelmente é possível encontrar várias dezenas de lutadores semelhantes. Mas!
Ismailov aprendeu a filmar, editar e postar vídeos e partiu para o ataque em toda a indústria. Ele perguntava a Khabib: “Irmão, você usa substâncias?”, confundia o nome de Islam Makhachev (claro, continuando a filmar), podia perguntar, rindo de forma desarmadora, a um segurança enorme: “Como você é tão grande e não pratica esportes!?” E o principal: dentro dessa série no Instagram, com popularidade crescente, ele continuou a promover suas lutas.
Até 2026, Ismailov provavelmente se tornou o lutador russo mais bem pago entre aqueles que não competiram no exterior ou em promoções estrangeiras. Ele recebeu e criou lutas de alto nível em três ligas diferentes: contra Mineev no Fight Nights, contra Emelianenko no ACA e contra Shlemenko no RCC. E, finalmente, seguindo os passos de seus rivais, também começou a aparecer em reality shows e filmes.

Agora mesmo, os cinemas estão exibindo o filme “O Pequeno Karateca” com sua participação. Na trama, um estudante de 12 anos se muda para viver com a avó em Pyatigorsk e tenta se adaptar ao novo lugar. Isso ecoa de forma divertida com a biografia do próprio Ismailov, que na primeira série se mudou de Nizhny Tagil para Makhachkala e, inicialmente, teve dificuldade para se acostumar à nova realidade.
Relembramos “Brigada” e “Bumer” e falamos sobre um mês de filmagens com acordar às 04:30
Agora mesmo, Ismailov continua fazendo humor nas redes sociais – apenas não com a mesma frequência de antes. O hit dos últimos meses: é preciso imitar um pouco a caminhada ligeiramente desajeitada e um pouco cavaleiresca do próprio Ismailov, que ele deve à luta livre e às lesões no joelho. Quase todos tentaram: desde Shary Bullet até Roman Kurtitsyn – ator e dublê que ajudou Ismailov a se acostumar ao cinema.
Tudo isso levou Magomed silenciosamente a uma data muito importante.
– Você completou 40 anos. Há 10 anos, você imaginava que, nessa idade, estaria dando entrevistas sobre cinema?
– Sou um sonhador: sempre disse que um dia me veriam em alguma cena bonita no cinema, correndo, com tudo explodindo ao redor, e eu gritando “No-o-o-o”. Se me dissessem isso em 2016, eu aceitaria, mas internamente duvidaria até o último momento.
– Foi a câmera que te tornou famoso no MMA. Só que, na época, você a segurava, e agora é outra pessoa.
– Bem, eu sempre quis entrar no cinema, de forma profissional, correta. E acabou que tudo deu certo, Roman Kurtitsyn me ajudou muito. Ele me auxiliou no set, deu dicas, sem ele não sei como teria sido.
– O que na rotina das filmagens mais te cansou?
– Tem um momento em que você já gravou suas cenas e, em teoria, pode ir descansar, sentar, deitar, mas te dizem que você precisa ficar no set de qualquer maneira. Porque, na situação do filme, seu personagem ainda está no fundo. E acaba que, enquanto outra pessoa está atuando, eu simplesmente fico em quadro.
Eu acordava às 04:30, às 06:00 já estava no set, e depois não havia pausas até a noite, até às 23:00. Geralmente, pedia para ser liberado pelo menos nesse horário, para poder dormir à meia-noite. Eu tentava treinar mais uma vez por dia e fazer algo nos ensaios. E foi nesse ritmo que passamos um mês em Pyatigorsk.

– Quanto tempo máximo ficou sem treinar?
– Treinei o tempo todo. Podia ter um dia em que não treinava, mas era para recuperar do dia anterior. Porque meus treinos são bem intensos.
– Não houve situações em que o diretor ou seu assistente falaram de forma mais dura do que costuma acontecer em uma academia de MMA?
– Na academia, todos são muito educados, até dizem coisas como “cuidado com a mão” ou “puxe a perna”, certo? Mas nossa equipe nas filmagens era muito unida, todos se comunicavam muito bem.
– Foi difícil decorar o roteiro?
– Não tive problemas com isso. Se me derem cinco linhas de texto, posso decorá-las em meia hora. Mas foi mais difícil dar a emoção certa a elas. Dizer com a entonação que esperam do seu personagem. Às vezes, me diziam: “Atue, a câmera está em você, olhe para ela. E mostre que você entende que seu antagonista está olhando pelas costas. Não diga nada, mas mostre que você entendeu que alguém está olhando para você”.
E, além disso, não podia me virar, eu olhava para a câmera, mas dava a entender que senti que outra pessoa estava olhando para mim. Eu ficava confuso nesses momentos. Chamava o Roma, ele mostrava, e eu repetia. E ficava claro.
– Um mês de filmagens ou um mês em um acampamento de treinamento – o que é mais difícil?
– Quando digo que o cinema é mais difícil, é preciso entender que pratico MMA há muito tempo, tudo é familiar e claro para mim, mas aqui muitas coisas são novas e cansam mais.
– Você não sente que o desgaste físico no MMA é mais difícil de lidar? Especialmente em contraste com as filmagens, onde durante um mês de trabalho ninguém te bate, ninguém tenta te estrangular ou quebrar sua perna?
– Na preparação, você gasta 2,5 horas no treino da manhã, depois pode comer, dormir e se recuperar antes do treino da noite. Em certos dias, pode relaxar na sauna. Aqui, o dia é pesado. Especialmente quando filmamos uma cena de luta das oito da manhã às nove da noite. Estava frio, mas não podíamos parar de filmar por causa do tempo.
Imagine: eu aqueço, movemos braços e pernas, e depois há a mudança de câmeras. Preciso esperar, esfriei e já não posso aquecer antes de cada atividade. Lesionei as costas. O Roma rasgou o ligamento da virilha. Tomamos analgésicos. Em alguns momentos, pensei: “O que é isso? Já é hora de descansar”. Mas ainda tinha meio dia de trabalho pela frente.

Além disso, o Roma me acertou forte – deixou hematomas na minha cabeça. Uma vez, ele me acertou com o calcanhar, e começou a sair sangue da minha testa. Depois ele pediu desculpas. Eu disse: “Tudo bem, estamos filmando uma cena de luta, relaxa”. Depois ele me acertou com um bastão na cabeça – e de novo: “Desculpa, Maga”. Eu disse: “Para, estamos filmando uma cena de luta”. Em um momento, eu perdi o controle e acertei forte. Também pedi desculpas, e ele respondeu: “Tudo bem, estamos filmando uma cena de luta”.
Mas, de novo: quando digo que as filmagens foram mais difíceis para mim, é porque não estou acostumado. MMA é o meu ambiente confortável, pratico isso há mais de 10 anos. Se me sentarem na frente de um computador e me derem papéis, no final do dia também direi que é mais difícil do que me preparar para uma luta.
– Você não fica frustrado por as cenas de luta nos filmes não serem como na vida real?
– Fizemos a cena de luta de forma que o que é mostrado nela fosse possível. Para que o espectador dissesse: “Sim, eu vi isso em uma luta, foi feito por tal lutador”. Vimos muitas vezes no MMA golpes giratórios, vimos como Anthony Pettis derrubou Benson Henderson, acho que com um golpe em salto da grade, houve nocautes com cambalhotas…
Então, na nossa cena de luta, o praticante de jiu-jítsu, o lutador de wrestling, o boxeador, o tailandês, o judoca – todos encontrarão algo que lhes é familiar. Se eu assistisse a essa cena como lutador, eu sorriria, porque veria elementos de wrestling livre.
– Se disserem que daqui a um mês haverá novas filmagens, você aceitaria?
– Estamos planejando. Já estamos considerando dois projetos. Recusei outros dois por causa de certas cenas que não me agradam. Me dizem: “Nessas cenas não é você, nem mesmo o seu personagem, é outra pessoa”. Mas mesmo assim não me sinto à vontade. Como assim!? Minha mãe ou minha tia vão sentar para assistir e dizer: “Nosso Magulechik está lá atuando”. E lá tem uma cena de cama.
– Você poderia interpretar um personagem negativo: um bandido, um chefe do crime?
– Poderia, mas gostaria que o filme não glorificasse o bandido, mas o rejeitasse. E que eu não fosse lembrado por isso. Que as pessoas não sentissem emoções desagradáveis por minha causa. Por outro lado, quanto melhor você atua, mais emoções transmite. As pessoas podem odiar você no filme, depois te ver na cidade, onde você é um cara legal e bondoso chamado Magomed, e ainda assim sentir emoções desagradáveis.
Me contaram sobre o filme “Bumer”, sobre o cara que enganou todo mundo no final [personagem de Andrei Merzlikin]. Ele ainda é lembrado por esse papel. Não quero que seja assim comigo.

– Você assistiu a “Brigada” quando era adolescente?
– Sim, até certo ponto.
– Qual dos quatro personagens você gostaria de interpretar?
– Provavelmente, interpretaria o Fara – o amigo do Sasha Branco, com quem ele se encontra no desmanche.
50 milhões de rublos para voltar ao MMA e um filme com Mineev. Perguntamos sobre o fim da carreira
Em 3 de dezembro de 2022, Ismailov realizou sua última luta no MMA até o momento, vencendo Alexander Shlemenko por decisão dos juízes. No verão de 2024, lutou sob as regras do boxe contra Vladimir Mineev. Mas, desde então, Magomed não participou de mais nenhuma luta.
Parece que aconteceu com ele o mesmo que ocorreu com Conor McGregor entre 2018 e 2020, quando ele superou a indústria em termos de cachês. Uma vez, estão dispostos a pagar muito, mas não estão dispostos a repetir isso. E você não pode ou não quer lutar por menos dinheiro. Depois disso, voltar às lutas é mais difícil do que após uma derrota pesada.
– Sua última luta foi contra Vladimir Mineev sob as regras do boxe no verão de 2024. Minha principal impressão é que você mostrou um caráter muito forte, mas sofreu muitos danos. É verdade?
– Sobre os danos e todos os detalhes ocultos relacionados ao confronto, você descobrirá quando lançarmos o filme “O Predador Careca”. Será um filme muito assistível, com momentos cômicos e dramáticos.
– Ou seja, na época, alguém estava filmando, mas as gravações não foram publicadas?
– … as pessoas verão todos os bastidores: com o que nos deparamos e como lidamos com isso.
– Recentemente, foi lançado o filme de Valeria Gaï Germanika sobre Alexander Emelianenko, no qual sua luta com Alexander é o centro dos eventos. Você assistiu?
– Ainda não. Só ouvi os comentários de Alexander Shlemenko, e foi desagradável. Acho que preciso me preparar para assistir a esse filme. Eu pensei e esperava que Valeria não fosse retratar Emelianenko de forma negativa, mas, pelos comentários, parece que o fez.
– Bem, você está errado. Na minha opinião, ela mostrou o Alexander como ele realmente é.
– Você acha? Quais foram os filmes anteriores dela?

– Assisti a “Consentimento Mútuo” e acho a série “Escola” muito legal. Dura, mas verdadeira.
– Veja só: “Dura”. Esse é o estilo dela – fazer de forma dura. Preciso assistir para comentar. Mas acho que dá para montar uma imagem que te faz parecer um animal. Ou a mesma imagem, mas que te faz parecer uma pessoa com fraquezas, com as quais você tenta lidar.
Se você passar um mês com alguém e filmar, definitivamente dá para editar duas horas em que a pessoa parecerá dramática, despertando pena e compreensão – ou fazer duas horas em que ela se comportará de forma inadequada.
– Estive na estreia, e lá as mulheres disseram na minha frente: “Sasha, nós te amamos e agradecemos por você ser como é”… Ou seja, o espectador tem o direito de escolher. Eu fiz a minha escolha, acho que você deveria assistir, porque você dividiu a jaula com Alexander, ele foi até você na Golden Team em 2010, e você também terá a oportunidade de escolher.
– Estou preocupado com o Sasha e, provavelmente, vou assistir e sentir algo como: “Puxa, Sasha! Como assim?” Acho que o filme será assim mesmo.
– Vladimir Mineev também atuou em um filme – “Bulldog”. Você viu esse filme?
– Assisti em partes e ouvi comentários das pessoas. Acho que ele pode fazer melhor. E o próprio filme deveria ser melhor. Gostaria que as pessoas dissessem: “Assisti ao filme com Mineev, gostei muito! Tem uma parte emocional tão forte!” Mas os comentários sobre esse filme não me convenceram muito.
– Você pode convidar Vladimir para participar de um projeto sobre a rivalidade de vocês? Ou imaginar que vocês estão atuando no mesmo filme?
– Poderíamos atuar em um filme juntos, mas seja lá o que fizéssemos com o Volodya, teria que ser feito da melhor forma possível. Somos os melhores no MMA, e no cinema também deveríamos ser os melhores. Caso contrário, para que serve?
– Quando você desafiou Vladimir para uma luta, houve um episódio em que você foi à apresentação da equipe Eagles. E começou a fazer perguntas da plateia como um torcedor comum, enquanto Vladimir e muitas outras pessoas estavam no palco. Foi difícil se forçar a fazer isso?
– Estava muito à vontade. Já estava no meu elemento. Por exemplo, muitos atores se cansam quando são fotografados, mas eu me divirto, isso me dá energia. Ou seja, não precisei me esforçar além do limite.
– E isso se manifestava desde a infância? Tinha algo como você recitar poemas em festas matinais, apresentar festas escolares?
– Não posso dizer que era muito artístico. Mas éramos cercados por pessoas brilhantes e artísticas. Atletas, amigos do Ramazan [irmão mais velho]. Eles eram muito engraçados, riam muito, brincavam, inventavam coisas, adorávamos ouvir suas histórias.
Minha arte consistia em chegar em casa, depois de ter feito algo errado, e tentar sobreviver, porque meu irmão mais velho e meu pai eram rigorosos. Podia fingir que estava chorando, se soubesse que seria repreendido, para mostrar que estava em uma situação difícil. O Ramazan se aproximava, e eu já começava a chorar preventivamente. Ele chegava e me dizia baixinho: “Ainda é cedo”. Com ele, isso não funcionava.

– Você jogava videogames na infância?
– Eu amava Red Alert. Era realmente o meu jogo. Jogávamos Counter-Strike. Need for Speed não era para mim, eu sempre ficava para trás. Bastavam algumas voltas e eu perdia o interesse.
– Você se lembra em qual clube de computadores ia e quem era o melhor?
– Na Avenida Akushinsky [em Makhachkala] há um ponto de ônibus. Agora é o “Caravanserai”. Perto dali havia um clube de computadores. Os locais sabem onde é. Tínhamos um cara que, antes do Counter-Strike, jogava outro jogo em que era preciso controlar o mouse. Quando ele sentou para jogar Counter-Strike, se sentiu imediatamente à vontade, enquanto os outros ainda estavam aprendendo. Ele pegava a sniper e eliminava todos com um único tiro. Mas também houve dias em que eu me destaquei.
– Depois da primeira ou segunda luta no M-1, você deu uma entrevista e era visível que não estava acostumado. Você sorria, mas falava frases muito padrão. Houve um momento em que deixou de ter medo da câmera?
– Ainda me incomodava que eu sempre dissesse “como manteiga” lá. Depois, assistia e ria de mim mesmo. Mas, por exemplo, Viktor Nemkov nem falava na época. Em comparação com eles, eu me saía bem.
Hoje comparamos o eu de agora com o de antes e pensamos que eu estava tenso, que me sentia desconfortável. Na época, as pessoas viam isso e pensavam: “Ele falou na câmera, já está bom”. Todo mundo queria ser modesto, ser como Fedor Emelianenko. Antes, sempre diziam: “Não deveria ter feito isso. Não deveria ter feito aquilo”. Sabe por que era confortável se apresentar como Fedor Emelianenko?
– Porque não há responsabilidade e, em caso de derrota, ninguém diz nada.
– Sim, entrou modestamente, perdeu modestamente. Mas quando você começa a adicionar elementos de show, as pessoas podem dizer: “Não precisava se comportar tão confiante”. Mas, se você vence, isso atrai atenção.
– Em que momento você percebeu que podia ser divertido?
– Simplesmente, em um momento, eu disse a mim mesmo: “Você não é o Fedor Emelianenko, você é o Magomed Ismailov, você é diferente”. E comecei a ser eu mesmo, podia fazer algo diferente ao entrar no ringue. Por exemplo, levar um menino barbudo [um adolescente fantasiado de lutador entrava no ringue, enquanto Magomed se disfarçava como um dos treinadores]. Isso também foi durante o confronto com Anatoly Tokov, onde eu perdi. Ou seja, eu criei um elemento de show e perdi. Na época, era preciso lidar com a derrota com elementos de show…

– Dá para dizer que você encerrou a carreira como lutador de MMA?
– Por enquanto, não posso dizer que encerrei a carreira. Mas não estou participando ativamente nem mesmo de discussões esportivas com possíveis oponentes, e no MMA, para mim, está tudo em silêncio no momento.
Hoje, me deparei com uma situação em que não podem me pagar o que eu quero, e não vejo sentido em entrar no cage de outra forma. Tenho outras coisas para fazer, estou atuando em filmes – é interessante, eu gosto. Posso me desenvolver nessa direção, tenho o que trabalhar. Estou motivado, como estava motivado no MMA. Mas só considerarei o MMA se oferecerem o dinheiro certo. Do contrário, estou próximo de encerrar a carreira.
– Existe um valor que, se for mencionado, você começaria a se preparar para uma luta?
– Sim, existe esse valor.
– Da última vez, falaram em 50 milhões de rublos. É mais ou menos isso?
– Acho que sim. Talvez mais. Quando me deixam por muito tempo com um número só, ele começa a crescer.





O cara se fez sozinho!
Parabéns!
Por que o Ismailov causa tanta antipatia em muitas pessoas? Estou perguntando sem ironia.
simplesmente porque ele não é russo, é muito simples
Texto no roteiro: «Fara sai do carro e amarra seus longos cabelos em um coque apertado»
Ismailov: «Vamos sentar mais um pouco, vamos sentar mais um pouco»
Não acredito que ele se promove sozinho. Alguém está por trás dele, alguém que lhe dá dinheiro, o coloca no cinema e na TV.
Ele é nojento, ridículo e vergonhoso.
Arrogante, hipócrita, muçulmano. NEGATIVO
simplesmente porque ele não é russo, é muito simples