Treinador do Paraguai rejeita acusações de insultos à mãe falecida de Deschamps

O técnico da seleção do Paraguai, o argentino Gustavo Alfaro, respondeu às acusações de que membros de sua comissão técnica, supostamente, permitiram insultos à mãe falecida do técnico da seleção da França, Didier Deschamps, durante o confronto das oitavas de final da Copa do Mundo (0:1).
Após a partida, Deschamps declarou: “Houve insultos vindos do banco do Paraguai, que poderiam ter sido evitados”.
Anteriormente, Deschamps havia perdido o jogo contra a Noruega na 3ª rodada da fase de grupos (4:1) devido ao funeral de sua mãe – mais tarde, ele retornou à concentração da seleção nacional.
Alfaro afirmou que ninguém insultou a mãe de Deschamps.
“Não, não, não. Não se pode chegar a esse nível no futebol. Eu pensei que você estivesse falando sobre discussões entre jogadores.
Tenho muito respeito por Didier Deschamps. Houve discordâncias – por exemplo, sobre decisões do VAR, quando um lado pedia pênalti e o outro era contra –, mas nada parecido com isso eu ouvi.
Não nos rebaixamos a esse nível. Futebol não é guerra. Se eu tivesse ouvido algo assim, eu teria intervindo. Isso é inaceitável em qualquer circunstância”, disse Alfaro.





Com uma seleção dessas, até isso é possível. Claro que o técnico vai defender os seus jogadores
E, aliás, o Deschamps mesmo provocava, assumiu a seleção da França, então o juiz é nosso!
Bom, sinceramente, o Paraguai mostrou que no futebol é possível cair muuuuito baixo.
É, agora na confusão dá pra culpar o Paraguai por tudo. Pela capela destruída, pelo assassinato de Kennedy, pela tentativa contra o Ilich, e por qualquer outra coisa.