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Lineker sobre a tática de Tuchel na partida contra a Argentina: incompreensível jogar com 5 defensores contra o maior jogador da história

O ex-atacante da seleção inglesa Gary Lineker criticou as decisões do técnico da equipe inglesa, Thomas Tuchel, na partida contra a Argentina na semifinal da Copa do Mundo de 2026 (1:2).

“Tuchel assinou um novo contrato antes da Copa do Mundo, mas eu só me pergunto como ele se sente no cargo agora. Ele foi contratado para nos ajudar a superar o último obstáculo. Ele é o cara certo para nos levar ao próximo nível? Eu nunca peço que ninguém seja demitido, mas isso depende dele e da atitude da FA. Estamos satisfeitos com a semifinal?

Estávamos ganhando por um gol e começamos a jogar recuados. Depois das substituições que ele [Tuchel] fez, recuamos ainda mais. Passamos a jogar com cinco defensores, e o pensamento era: ‘Vamos jogar com um bloco baixo contra uma equipe que lida bem com isso’.

Na minha opinião, isso não fazia sentido algum. Em termos táticos, foi surpreendente, para ser sincero. Foi uma jogada negativa. Todos nós estávamos assistindo ao jogo e dizendo a mesma coisa.

Acho absolutamente incompreensível que a equipe tenha usado essa tática ao jogar contra o maior jogador de todos os tempos. Ele [Messi] colocava a bola na área repetidamente”, disse Lineker no podcast The Rest is Football.

Matias Pereira

João Silva é um renomado jornalista esportivo português, formado pela… More »

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13 Comentários

  1. Onde você estava antes, Gary? Vá treinar a seleção, leve-a às semifinais da Copa do Mundo e derrote a Argentina com Messi lá.

  2. Enquanto Messi jogava no centro, Anderson o marcava muito bem. No final, ele foi para a direita, e lá não colocaram um marcador pessoal para ele. O resultado está à vista.

  3. No início, pensei que era um plano astuto. Tipo ‘agora os argentinos vão correr todos para se recuperar, e nós vamos pegá-los no contra-ataque’. Mas depois vi que não, eles estavam mortos. E aí ficou claro que eles não conseguiriam se recuperar, que esses argentinos certamente seriam punidos.

    1. Eles frequentemente punem os adversários dessa maneira, simplesmente atacam sem parar, pressionam, batem, não dando a bola ao oponente e, mais cedo ou mais tarde, ela entra no gol. E quando igualam o placar, começam a atacar ainda mais, a pressionar, e aí já vem o segundo.

    2. Eu também estava tão certo disso até o momento em que Tuchel substituiu Gordon por um zagueiro central aos 72 minutos. E depois das substituições aos 82, fiquei em choque e queria que esse covarde levasse um tapa na cara e eles fossem eliminados.

  4. Foi estranho ver que, no final, nenhum inglês estava perto de Messi – ninguém realmente o incomodou para fazer passes no final. Se pelo menos um jogador o marcasse pessoalmente, Messi não poderia se sentir tão à vontade e confortável para cruzar e cruzar. Eles nem tentaram marcá-lo! Isso foi surpreendente de se ver em um jogo desse nível.

  5. Tudo certo! Mesmo ganhando, (e até no final do jogo, aliás) não se pode ficar na defesa total e manter o placar. Ainda mais a Argentina, que não é a primeira vez que consegue com pressão perto do final do jogo, simplesmente não saindo do campo do adversário. Mesmo no final do jogo, não se pode ficar na defesa, é preciso recuperar a bola e mantê-la, mesmo que apenas passando de um lado para o outro, para o goleiro, mas não entregá-la ao oponente. Estou feliz pela Argentina, essa equipe tem uma qualidade incrível: nunca desistem, mesmo quando parece que há poucas chances, acreditam em si mesmos, sabem o que fazer, e as vitórias são conquistadas com esforço e persistência. E, claramente, o desejo de vencer é maior neles.

    1. O plano genial de Tuchel – vamos dar a bola para o Messi e ver se a Argentina consegue marcar… Tuchel não cometeu nenhum erro, exceto o crítico.)

  6. Na minha opinião, até o gol, o jogo estava completamente equilibrado. Seria melhor se os ingleses não tivessem marcado, talvez o jogo fosse para a prorrogação. Mas, como se antes do gol fossem times iguais, depois parecia que a Argentina estava jogando contra o ‘Uzbequistão’. O primeiro gol da Argentina é revelador. Vez após vez, Messi cruzava para a área, e os ingleses se acostumaram com isso. E então a bola estava com ele, os ingleses correram em massa para a área, e lá estava um argentino sozinho, a dez metros de distância e ninguém por perto, calmamente, como em uma cobrança de falta, só que sem barreira. Bellingham correu para ele, mas onde, a cinco metros de distância. Essa foi a sacada.

    1. Se não me engano, foi Kane quem deixou o centro e Enzo sozinho, correndo para a lateral para ajudar contra Messi.

  7. Foi em vão chamá-lo. A carreira de Tuchel está em declínio há muito tempo, e ontem foi o ápice – por causa disso, ele tinha mais medo de perder do que qualquer um, e daí começou o pânico com a proximidade da final. Quanto mais estresse, maior a probabilidade de decisões erradas. Como foi na Baviera, primeiro quis jogar de igual para igual com o Pep, foi facilmente esmagado, depois decidiu ser cauteloso, e foi morto pelo Joselu. Rooney disse corretamente que os jogadores sentiram o medo do treinador. Além disso, pelo visto, Tuchel não conseguiu conquistar a confiança dos jogadores. Jude, afinal, não só não se desculpou após a Noruega, mas nem mesmo disse o banal ‘fui mal interpretado’. Este não é o treinador da era covid, é um piloto queimado e abatido que não lida com a pressão.

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