Basquete

NBA investiga contrato de 64 milhões de dólares de Gary Trent com o Milwaukee Bucks

O defensor Gary Trent passou duas temporadas no Bucks, recebendo o salário mínimo, e após a saída de Giannis Antetokounmpo e o início da reformulação da equipe, assinou um contrato de 4 anos e 64 milhões de dólares.

Na última temporada, o jogador marcou 8,1 pontos em 21,2 minutos. A mídia começou a falar sobre uma possível violação do teto salarial.

Um representante da NBA informou que a liga está avaliando o contrato e as circunstâncias relacionadas a ele.

Maria Vicente

Ela é uma renomada jornalista esportiva, formada pela Escola Superior… More »

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13 Comentários

  1. Há muito tempo, em 2000, o Minnesota foi multado com 5 escolhas de primeira rodada por uma manobra semelhante, aliás.

    1. Mas encontraram um documento com o agente, onde o clube se comprometia a pagar após aquele contrato irrisório. Não acho que os Bucks tenham assinado algum documento sobre um contrato grande, no máximo um acordo verbal, que eles cumpriram.

    2. O Minnesota foi punido não pelo documento, mas por burlar o teto salarial. O documento não é a razão da punição, mas uma evidência.

  2. Estranho, claro… o cara aceitou o salário mínimo por dois anos porque prometeram ‘O Giannis vai sair e te daremos um contrato decente!’. Foi esse o acordo? 😀 No primeiro ano não funcionou e ele aceitou o segundo salário mínimo, e se o grego tivesse ficado agora, ele aceitaria o terceiro?) Que esquema esperto demais.

    1. Não, ele ainda tinha um ano com opção do jogador. Simplesmente teria ficado com o contrato atual. Foi assim que foi calculado, até o fim do contrato do grego. O que tem de esperto nisso? Se ele encontrasse uma oferta incrível na liga, recusaria a opção. Se não encontrasse, tem a promessa dos Bucks.

  3. É absurdo multar por isso. O jogador assume o risco por conta própria. É problema dele. Então, deveriam revisar todos por qualquer detalhe: Reeves cedeu, Wembanyama, Harden quantas vezes ‘cedeu’?! Na MLB, Shohei Ohtani encontrou uma brecha que recebe 3 centavos agora, mas daqui a 10 anos vai receber uma fortuna. Tudo pela tal flexibilidade financeira.

  4. Faz tempo que os clubes não podem recompensar um jogador por lealdade ou por ter cedido em algum momento? Eu sempre pensei que burlar o teto salarial era quando davam um contrato ao jogador e depois adicionavam mais dinheiro por fora. Tipo, o jogador mostrou lealdade, assinou por uma mixaria quando não havia espaço no teto. Por que não dar mais dinheiro (mesmo que de mercado, parece que aqui está tudo bem), quando surgiu espaço no teto? Quem sai perdendo com isso?

    1. A questão é provar uma promessa anterior. Porque se for comprovado, significa que houve burla no primeiro contrato. Tipo, o jogador assinou oficialmente o mínimo, mas recebeu uma promessa de futuro contrato por fora. Então, a violação não é agora, mas sim pelos anos anteriores. Quando não tinham direito de prometer mais. Ou se safam, se não houver vestígios da promessa, apenas uma recompensa tardia por lealdade.

    2. Recentemente, tivemos o caso do Harden, onde ele publicamente chamou Morey de mentiroso. E tudo ficou bem, porque prometer não é casar. Em uma liga do nível da NBA, confiar em palavras é um absurdo (óbvio, para um role player).

  5. Um contrato bem suspeito, o cara caiu de 17 para 8 pontos por jogo em 3 temporadas, foi para o banco (em alguns jogos nem levantou) e até o arremesso de três e a defesa sumiram, e de repente, 16 milhões após salários mínimos. Perguntas bem lógicas da liga, contrato maior que o de um tal de Hachimura.

  6. Os clubes têm outra maneira: convidar jogadores após o fim da carreira para o papel de ‘consultor’ por 2+ milhões por ano. Não é muito, mas dá para não fazer nada no cargo, como o Dirk.

    1. A questão é se há algum compromisso comprovável no momento da assinatura do contrato barato. Se for apenas post facto, e ninguém devia nada antes, então pode ser.

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